Lucia di Lammermoor (ROH, 2016)
GIOVANNO D'ARCO (1945)
TRAVIATA (1853)
A OBRA (Verdi, 1853)
O ESPETÁCULO (Bastille, 2016)
Eliogabalo, de Cavalli (P. Garnier, 2016)
LA CENERENTOLA (1817)
La Cenerentola, TCE 12/2018, Evelino Pidò (direção), Guillaume Gallienne (encnação), com Marianne Crebassa (Angelina ou Cenerentola), Alessandro Corbelli (Don Magnifico), Lawrence Brownlee (Don Ramiro), Florian Sempey (Dandini), Adam Plachetka (Alidoro), Chiara Skerath (Clorinda), Isabelle Druet (Tisbe)
CAPRICCIO (1942)
IOLANTA
O ESPETÁCULO (2016)
LUCIA DI LAMMERMOOR (1835)
IPHIGÉNIE EN TAURIDE (1779)
Acho que nunca tinha visto uma encenação tão minimalista e austera quanto a de Robert Carsen para esta produção de Iphigénie en Tauride. Todas as personagens, incluindo cantores e dançarinos, vestem-se de negro ou cinzento e cinzentas são as quatro paredes e o chão onde estão escritos, a giz como numa lousa, os nomes dos protagonistas da tragédia (grega) familiar que atinge Iphigénie, primeiro num sonho depois na realidade: Agamemnon, Clytemnestra, Orestes e Iphigénie. Também Gluck reformou a ópera pela via da austeridade clássica: ação centrada em poucas personagens e espaços e num curto período temporal; e ausência de abertura e de interlúdios instrumentais para permitir a dança. Entre outras inovações para a época. Foi um ótimo espetáculo servido por por cantores excelentes, em especial Iphigénie. Paris Théâtre des Champs-Elysées 12.2019 NOTA 4,5/5
Mise en scène de Robert Carsen e coreografia de Philippe Giraudeau. Thomas Hengelbrock dirige o Ensemble e o Chœur Balthasar Neumann, com Gaëlle Arquez (Iphigénie), Stéphane Degout (Oreste) e Paolo Fanale (Pylade)
O ESPETÁCULO (Garnier, 2016)
BIBLIOTECA (2)
LA FANCIULLA DEL WEST (1904)
AIDA (1871)
LES CONTES D'HOFFMANN (1881)
WERTHER (1892)
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