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Joyce DiDonato (P. Garnier, 2016)

 Kkkk

Joyce DiDonato é uma cantora americana admirável. O seu recital, com o piano de Philippe Jordan, calhou no aniversário dos atentados de Paris e por esse motivo, a sala do Palais Garnier levantou-se e fez um minuto de silêncio. Depois veio a prestação da mezzo. Joseph Haydn, Richard Strauss, Enrique Granados, Jake Heggie e ainda Richard Strauss no encore, foi o que ouvimos de forma perfeita por Joyce. O ciclo Camille Claudel Into the Fire, de Jake Heggie, foi criado para a própria Joyce em 2012. O recital percorreu boa parte da história da canção erudita, desde final do século XVIII até aos nossos dias. Brilhante. Paris 11.2016 Palais Garnier 4/5

Recitais Líricos 2016

Recital de René Pape com Camillo Radicke (piano). 
Modeste Moussorgski: Songs and Dances of Death, 
Roger Quilter: Three Shakespeare Songs, Op 6 
Ludwig van Beethoven: Gellert-Lieder, Op 48
Antonín Dvořák: Biblical songs, Op 99
Paris 02.2016: 4/5


Renée Fleming & Philippe Jordan na Opéra de Paris
Renée Fleming voltou mais uma vez ao Palais Garnier, uma casa que a conhece bem (e onde a vi pelo menos em Cappriccio de Richard Strauss, inesquecível). Veio apresentar um recital de canções em três línguas: alemão, francês e russo, por esta ordem. Schumann, Richard Strauss, Dutilleux e Rachmaninoff. As canções do francês foram compostas para a própria Fleming, mas foram as que menos gostei, afinal trata-se de um autor contemporâneo e eu prefiro os mais clássicos. O bis deu-nos Mozart, Puccini e Gershwin. Muito bom. Paris 03.2016 Palais Garnier 4/5

Karita Mattila foi aplaudida de forma entusiástica ao longo e no final do recital que deu ontem no Théâtre du Châtelet. Logo após o primeiro ciclo de canções, os Cantos Ciganos de Brahms, percebeu-se que a noite ia ser excecional. O programa foi dedicado exclusivamente ao lieder alemão: Brahms, Wagner, Berg e Richard Strauss. A voz de Karita é enorme: grave e potente, quente e dramática. Imagino assim as vozes do norte da Europa (Karita é finlandesa). A soprano parecia uma cantora do tempo do cinema mudo: gestualidade sublinhada, emoções exteriorizadas. Isto aconteceu sobretudo nas canções ciganas de Brahms. Nos Wesendonck-Lieder, de Wagner, ela foi subtil sem deixar de ser intensa. Um recital magnífico. Paris 12.2016 T. Châtelet 5/5

Magdalena Kožená no Théâtre des Champs-Elysées
Que maravilhoso espetáculo! Magdalena Kožená e Emmanuelle Haïm (à frente do Concert d'Astrée) interpretam o barroco francês e italiano. Obrigado pelo convite, B. Paris 12.2016 Théâtre des Champs-Elysées 5/5

THE TINDERSTICKS

CURTAINS (1997)
DISCOTECA

Tindersticks em Vila do Conde
Vila do Conde, 14/07/2016

JOYCE DIDONATO



DISCOTECA F 




Furore (Virgin 2008)   

Diva Divo (2011) 

Drama Queens (Virgin 2012 

Rejoyce! The Best of (2013)

 Stella di Napoli (2014) 

Joyce DiDonato in war and peace (Erato, 2016dig)   

Into The Fire. Live at Wigmore Hall (Erato, 2018)    

Joyce DiDonato 2008 Furore - Haendel Opera Arias (Virgin 2008)