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Le Crépuscule des Dieux (Bastille, 2026)

Musique et livret Richard Wagner

Direction musicale: Pablo Heras-Casado

Mise en scène: Calixto Bieito Décors Rebecca Ringst 

Dramaturgie: Bettina Auer Cheffe des Chœurs: Ching-Lien Wu 

Siegfried: Andreas Schager 

Gunther: Johannes Martin Kränzle

Hagen: Mika Kares

Alberich: Brian Mulligan

Brünnhilde: Tamara Wilson 

Gutrune: Sinead Campbell Wallace

Waltraute: Eve-Maud Hubeaux

Première Norne: Aude Extrémo

Deuxième Norne: Marie-Andrée Bouchard-Lesieur

Troisième Norne: Sinead Campbell Wallace

Woglinde: Margarita Polonskaya

Wellgunde: Isabel Signoret

Flosshilde: Katharina Magiera 


Orchestre et Chœurs de l’Opéra national de Paris 



Thomas: Hamlet (Bastille, 2026)

Bastille 22 & 27 septembre 2026

  • MusiqueAmbroise Thomas
  • LivretJules Barbier,Michel Carré
  • D'aprèsWilliam Shakespeare
  • Direction musicaleMichael Schønwandt
  • Mise en scèneKrzysztof Warlikowski
  • Décors et costumesMałgorzata Szczęśniak
  • LumièresFelice Ross
  • VidéoDenis Guéguin
  • ChorégraphieClaude Bardouil,Sophie Laplane
  • DramaturgieChristian Longchamp
  • Cheffe des ChoeursChing-Lien Wu

  • HamletJohn Osborn
  • OphélieAdela Zaharia
  • GertrudeClémentine Margaine
  • ClaudiusJean Teitgen
  • LaërteJulien Henric
  • Le Spectre du roi défuntLaurent Naouri
  • MarcellusManase Latu
  • HoratioVartan Gabrielian
  • PoloniusAndré Heyboer
  • Premier fossoyeurMorgan-Andrew Kinglegend logo circle
  • Deuxième fossoyeurBergsvein Toverud

Orchestre et Choeurs de l’Opéra national de Paris

Rossini: Le Barbieri di Seville (Bastille, 2026)


Direction musicale François López-Ferrer
Mise en scène Damiano Michieletto
Décors Paolo Fantin 
Costumes Silvia Aymonino 
Lumières Fabio Barettin 
Chef des Choeurs Alessandro Di Stefano Il Conte d'Almaviva Jack Swanson legend logo circle Bartolo Nicola Alaimo Rosina Lea Desandre Figaro Huw Montague Rendall Basilio Adolfo Corrado Fiorello Amin Ahangaran legend logo flower Berta Isobel Anthony legend l
Membre des Choeurs de l’Opéra national de Paris
Orchestre et Choeurs de l’Opéra national de Paris


A OBRA
Opera Buffa em dois actos 
Música de  Gioacchino Rossini
Livret de Cesare Sterbini d'après Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais 

La Traviata (Bastille, 2026)

Mise en scène: Simon Stone Décors: Bob Cousins Vidéo: Zakk Hein
Cantores no dia 13/06: Pretty Yende (Violetta Valery), Thomas Atkins (Alfredo Germont),  Ludovic Tézier (Giorgio Germont), Seray Pinar (Flora Bervoix), Cassandre Berthon (Annina) 
Outros cantores: Aida Garifullina (Violetta Valery), Xabier Anduaga (Alfredo Germont), René Barbera (Alfredo Germont), Roman Burdenko (Giorgio Germont)
Paris, 13.06.2026 Opéra Bastille

Nixon in China (Glass, 1987)

A OBRA (Glass, 1987)
COMPOSITOR John Adams LIBRETO Alice Goodman, baseado nos discursos de Richard Nixon et Mao Zedong CRIAÇÃO Houston Grand Opera 22.10.1987, encenação de Peter Sellars, direção musical de Edo de Waart, Orchestre de l'église Saint-Luc, coreografia de Mark Morris

O ESPETÁCULO (Bastille, 2026)






Paris 14.03.2023 Opéra Bastille
Direção musical de Kent Nagano, mis en scène de Valentina Carrasco, com Thomas Hampson (Richard Nixon) e Renée Fleming (Mrs Nixon)


O ESPETÁCULO (Bastille, 2026)




Paris 29.03.2023 Opéra Bastille
Direção musical de Gustavo Dudamel, mis en scène de Valentina Carrasco, com Thomas Hampson (Richard Nixon) e Renée Fleming (Mrs Nixon)

DIE WALKÜRE (1870)

A OBRA (R. Wagner, 1870)

LIVRET de Richard Wagner, escrito em 1851-1852 MÚSICA de Richard Wagner, composta em 1854-1856 CRIAÇÃO Munique 26.06.1870 Königliches Hof un Nationaltheater / Bayreuth 14.08.1876 Criação no quadro do Anel do Nibelungo


O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)

Paris 11.11.2025 & 25.11.2025 Opéra Bastille


Siegmund: Stanislas de Barbeyrac

Wotan: James Rutherford Hunding

Günther: Groissböck

Sieglinde: Elza van den Heever

Brünnhilde: Tamara Wilson

Fricka: Ève-Maud Hubeaux

Gerhilde: Louise Foor

Ortlinde: Laura Wilde

Waltraute: Marie-Andrée Bouchard-Lesieur 

Schwertleite: Katharina Magiera

Helmwige: Jessica Faselt

Siegrune: Ida Aldrian

Grimgerde: Marvic Monreal

Rossweisse: Marie-Luise Dreßen

Orchestre de l’Opéra national de Paris


DISCOTECA 2

Mehta/1º Acto/1985 

Barenboim  


LA WALKYRIE (ONP, 2010)

BIBLIOTECA F


Sommaire:

L'Invitation au voyage, Charles Baudelaire

Pour amour de toi, Richard Wagner à Franz Liszt

Le Mythe des Nibelungen considéré comme esquisse d'un drame, por Richard Wagner

L'Opéra d'Alberich, por Christophe Ghristi

La Figure d'un opprimé tragique, por Serguei M. Eisenstein

Le Bonheur dans la douleur, par Arthur Schopenhauer

Tu ne m'aimes pas, Richard Wagner à sa femme Minna

Schmerzn, par Mathilde Wesendonck

La communion dans la pitié, Richard Wagner à Mathilde Wesendonck

Amour et perpétuation de l'espèce, Arthur Schopenhauer

Appels du Tréfonds, Thomas Mann

La Chute de la maison Wagner, Thomas Mann

Le poison wagnérien, Paul Claudel

Adieux, Henri de Régnier

Une date ineffaçable, La Walkyrie conquiert Paris, par Hervé Lacombe

La Walkyrie, Paul Dukas

Livret

Les Artistes 


ŒDIPE (1936)

A OBRA (Enescu, 1936)
Œdipe, op. 23 GÉNERO Tragédie lyrique en quatre actes et six tableaux COMPOSITOR Georges Enesco (escrita de 1911 a 1931) LIBRETO Edmond Fleg (francês) CRIAÇÃO Paris: Palais Garnier 13.03.1936, direção musical de Philippe Gaubert, com André Pernet (Édipo)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2021)
Opéra de Paris Palais Garnier 2021 encenação de Wajdi Mouawad

La fille de neige (Snegourotchka, 1882)

La fille de neige (Snegourotchka, 1882) é uma ópera rara, mesmo sendo a preferida do compositor russo, Rimsky-Korsakov. Em Paris, pelo que li, foi apresentada na Opéra-Comique em 1908, no Théâtre des Champs-Elysées 1929 e agora na Bastille. Não sei se veio para ficar, mas não será por falta de qualidade desta nova produção. A encenação de Dmitri Tcherniakov é um encanto do princípio ao fim e a protagonista é uma nova estrela do universo lírico: Aida Garifullina. La fille de neige é, na verdade, filha do Gelo e da Primavera, e está condenada a desaparecer quando se apaixonar. De um conto tradicional russo, Rimsky-Korsakov escreveu uma ópera muito bela, com uma orquestração superior. Paris 04.2026 Bastille 4/5

Rusalka (Bastille, 2019)

Obra de Antonín Dvorák, 1901

O ESPETÁCULO (Bastille, 2019)
Uma ópera e um tema representativos da cultura do norte da europa, da cultura eslava. Nesta abundam as obras com ondinas e outros elementos da Natureza personificados. Jaroslav Kvapil, o autor do libreto da obra-prima lírica de Dvorák, baseou-se em várias fontes literárias nomeadamente La Motte Fouqué e Andresen, e deu-nos uma narrativa poética que resume a história de uma rusalka: para se tornar humana e amar um homem, a jovem abandona o seu mundo e a sua condição aquática, mas não se adapta ao mundo dos humanos e perde-se para sempre. Esta produção da Opéra de Paris teve a excelente encenação de Robert Carsen. Paris 02.2019 Opéra Bastille 4/5

Encenação de Robert Carsen, direção musical de Susanna Mälkki, com Camilla Nylund (Rusalka), Karita Mattila (a Princesa estrangeira), Klaus Florian Vogt (Príncipe), Michelle DeYoung (Jézibaba), Thomas Johannes Mayer (Espírito do Lago), Emanuela Pascu, Andreaa Soare et Elodie Méchain (três ninfas), Tomasz Kumiega (guarda florestal) e Jeanne Ireland (rapaz da cozinha).

TRAVIATA (1853)

A OBRA (Verdi, 1853)


O ESPETÁCULO (Bastille, 2016)

Saí emocionado da Opéra Bastille depois de ter visto uma Traviata soberbamente cantada e interpretada por Sonya Yoncheva, nova diva lírica. É raro ver o público parisiense ovacionar tanto uma cantora de ópera. Mas foi o que aconteceu hoje. A direção musical coube a Michele Mariotti. A encenação do realizador Benoît Jacquot é tradicional mas sem relevo. Paris 06.2016 Opéra Bastille 5/5

A Traviata que a Royal Opera House apresenta neste começo de 2016 é uma das produções clássicas da casa, encenada por Richard Eyre. La Traviata nunca desilude. O trio protagonista desta produção tem Venera Gimadieva (Violetta), Saimir Pirgu (Alfredo) e Luca Salsi (Giorgio Germont). A orquestra é dirigida por Yves Abel. Paris 02.2016 cinema Publicis 4/5

LA KHOVANTCHINA (Mussorgsky)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2022)

Uma ópera épica, grandiosa, debruçada num período da História da Rússia. A produção que vi na Bastille não olhou felizmente a meios para criar um grande espetáculo visual e cénico, coroado por bons cantores. Paris 05.2022 Bastille 4/5

 

BIBLIOTECA

La Khovantchina ONP2012   

LES HUGUENOTS

Les Huguenots (Meyerbeer, 2018)
Les Huguenots, de Meyerbeer, é um dos maiores exemplos da Grand Opéra, género francês do período do Romantismo oitocentista, que apostava nas figuras e acontecimentos históricos para enquadrar histórias românticas (e outras). Les Huguenots conta a paixão entre um protestante (Raoul de Nangis) e uma católica (Valentina) nos dias que antecederam o sangrento ataque aos protestantes conhecido por São Bartolomeu. Um dos grandes trunfos desta ópera é mesmo o argumento e o libreto (de Eugène Scribe e Émile Deschamps) assim como a própria música de Giacomo Meyerbeer. O espetáculo da Bastille é grandioso e merece tirar do esquecimento em que ficou durante décadas desta ópera tão famosa. Paris 10.2018 Opéra Bastille 4/5
Michele Mariotti e Łukasz Borowicz (direção musical)
Orquestra e Coro da Opéra National de Paris
Andreas Kriegenburg (mise en scène)
com
Lisette Oropesa (Marguerite de Valois), Yosep Kang (Raoul de Nangis), Ermonela Jaho (Valentina), Karine Deshayes (Urbain), Nicolas Testé (Marcel), Paul Gay (Le Comte de Saint-Bris)

LA FORZA DEL DESTINO (1869)

La Forza del Destino voltou à Bastille na encenação sóbria de Jean-Claude Auvray, criada em 2011, e agora remontada por Stephen Taylor. O palco está quase sempre ocupado por dois ou três objetos significativos e pouco mais. Assim o espectador concentra-se na ação trágica que envolve Leonora, apaixonada por Don Alvaro, que por acidente matou o pai dela e matará o irmão. Anja Harteros (Leonora) dominou o espetáculo, acompanhada de Željko Lučić (Don Alvaro), Carlo Cigni (Don Carlo di Vargas), Robert Lloyd (Marquês de Calatrava), Rodolphe Briand (Trabuco), Rafal Siwek (Padre Guardiano), Gabriele Viviani (Fra Melitone), Nicola Luisotti (diretor musical). Paris 06.2019 Bastille 4/5

La Forza del Destino tem um dos leitmotiv mais conhecidos da ópera, que ouvi muitas vezes em antologias líricas. Mas nunca tinha ouvido ou visto a ópera. La Forza adapta um drama romântico espanhol, Don Álvaro o La fuerza del sino (1835) de Ángel de Saavedra, duc de Rivas, e essa base latina pesa muito sobre a atmosfera religiosa e fatalista (trágica) que domina o drama de Verdi. Os apontamentos cómicos com os padres, por exemplo, não devem constar da peça espanhola adaptada. Mas a obsessão de Don Carlo em vingar a honra da família a ponto de matar a irmã remete para as piores horas do cultura espanhola do antigo regime... Muito acima das dúvidas levantadas pela história desta ópera está a música de Verdi genial como muitas vezes foi. Londres 04.2019 ROH 4/5
Elenco: Liudmyla Monastyrska (Leonora), Yusif Eyvazov (Don Alvaro), Christopher Maltman (Don Carlo di Vargas), Robert Lloyd (Marquês de Calatrava), Aigul Akhmetshina (Preziosilla). Antonio Pappano (diretor) & Christof Loy (encenador)

CARMEN (1875)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2017)
Por ter visto ainda há pouco esta produção (encenação de Calixto Bieito) desta vez sem Roberto Alagna, pude concentrar-me na partitura de Bizet. Fico sempre espantado com o número de árias e peças orquestrais que passaram para o domínio popular. Há compositores com várias óperas que, juntas, não têm tanta riqueza quanto esta única ópera. A orquestra foi dirigida por Mark Elder e nos principais papeis tivemos: Anita Rachvelishvili (Carmen), Bryan Himel (Don José), Marina Costa-Jackson (Micaela) e Ildar Abdrazakov (Escamillo). Muito bom, para variar. Paris 06.2017 Bastille 4/5

Se a memória não me falha, vi Carmen em cena uma única vez (no Coliseu do Porto em 1998). Pela mesma altura Bieito Calixto preparava a encenação da produção que pude ver há dias. Ouvi falar muito mal desta encenação, que mesmo assim continua a ser apresentada depois de tantos anos após a sua criação. Achei-a bem interessante, moderna, e perfeitamente legível. Quanto aos cantores, a estrela da noite foi Roberto Alagna, que cantou muito bem, mas pouco melhor que as protagonistas que encarnavam Carmen e Micaela. Paris 03.2017 Bastille 4/5

Mélodies françaises et melodias brasileiras (Bastille, 2025)



Paris, 09.04.2025 Amphithéâtre Olivier Messiaen- Opéra Bastille

Melodias francesas de Poulenc, Delibes, Pauline Viardot e Satie
Melodias brasileiras de Carlos Gomes, Villa-Lobos, Nepumuceno, Hekel Tavares, Pinto Fonseca, Marlos Nobre e Jayme Ovalle

Juliana Kreling, soprano
Luis-Filipe Sousa, baixo-barítono
Armandine Portelli, mezzo-soprano
Sima Ouahman, soprano
Bergsvein Toverud, tenor
Lorena Pires Adão, soprano
&
Antoine Dutaillis, piano
Ramon Theobald, piano

BORIS GODUNOV (1869)

A OBRA (Mussorgski, 1869)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2018)

Boris Godounov é uma das obras mais representativas da Arte russa. Talvez seja mesmo a ópera mais amada dos russos. Trata de um Tsar do século 16, Boris Godounov, sobre o qual corria o boato de ter assassinado uma criança para chegar ao trono. A ópera centra-se no drama íntimo de Boris, atormentado pelo crime que talvez nunca cometera ou cometeu e reprimiu no inconsciente. Foi a primeira vez que vi ou ouvi esta ópera e gostei muito, mas é preciso ouvi-la várias vezes para gostar a sério desta obra. Esperava algo de mais faustoso e de um Boris velho e cansado (como se vê nas fotos de Christoff e Ghiaurov, que marcaram o papel no século XX). Mas o encenador Ivo van Hove escolheu um cenário moderno e minimalista onde domina uma escadaria no centro, que desce para baixo da terra. O poder, mesmo absoluto, é frágil, e pode facilmente ir-se abaixo. Assim acontece com Boris, o Tsar. Para o interpretar Idar Abdrazakov é a boa opão. Jovem e bem parecido, estreia-se agora neste papel mítico e só poderá melhorar com a experiência. O papel exige amadurecimento do cantor, que permita exprimir os dilemas interirores do personagem. Paris 06.2018 Bastille/cinema 4/5
Boris Godunov (Mussorgsky)
versão original de 1869
Ivo van Hove (encenação)
Vladimir Jurowski (direção musical)
com
ldar Abdrazakov (Boris)
Evdokia Malevskaya (Fiodor)
Ruzan Mantashyan (Xénia)
Maxim Paster (Chouïsky)
Boris Pinkhasovich (Chtchelkalov)
Mikhail Timoshenko (Mitioukha)
Ain Anger (Pimène), Dmitry Golovnin (Grigori)
Elena Manistina (aubergiste)

DISCOTECA (3)

 Ansermet1948

Karajan/1970*

Rostropovitch/1987
   CD-Livro WARNER “OPERA COLLECTION” 1996
DISCOTECA

DVDTECA 
BORIS GODUNOV (1990) ENCENAÇÃO Andrei Tarkovsky INTÉRPRETES Robert Lloyd (Boris), Alexei Steblianko (False Dmitri), Alexander Morosov (Pimen), Olga Borodina (Marina), Sergei Leiferkus (Rangoni), Yevgeny Boitsov (Shuisky), Vladimir Ognovenko (Varlaam) DIREÇÃOValery Gergiev  GRAVAÇÃO Mariinsky Theatre, St Petersburg 1990 DVDTECA DVD Philips 1993


BIBLIOTECA (2)

ASO27-28

ONP2002

PELLÉAS ET MELISANDE (1902)

A OBRA (Debussy1902)

GÉNERO Drame lyrique en cinq actes et douze tableaux COMPOSITOR Claude Debussy LIBRETO Poème de Maurice Maeterlinck CRIAÇÃO Paris 30.04.1902 l’Opéra-Comique

O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)



PRODUÇÃO Opéra National de Paris CRIAÇÃO Paris 28.02.2025 Opéra Bastille ENCENAÇÃO Wajdi Mouawad
INTÉRPRETES Pelléas: Huw Montague Rendall, Golaud: Gordon Bintner, Arkel: Jean Teitgen, Le petit Yniold: Anne-Blanche Trillaud Ruggeri, Un Médecin: Amin Ahangaran, Mélisande: Sabine Devieilhe, Geneviève: Sophie Koch  ORQUESTRA Orchestre et Chœurs de l’Opéra national de Paris  DIREÇÃO MUSICAL Antonello Manacorda
VISTO Paris 09.03.2025 Opéra Bastille NOTA 4/5


O ESPETÁCULO (TCE, 2021) 

Uma das óperas que aprendi a amar e admirar mais a cada nova visão. 
Pelléas et Mélisande 2021, direção musical de François-Xavier Roth & Les Siècles, encenação de Eric Ruf, com Patricia Petitbon e Vannina Santoni  (Melisande), Stanislas de Barbeyrac (Pélleas), Simon Keenlyside (Golaud), Jean Teitgen (Arkel), Lucile Richardot (Geneviève), Paris 11/10/2021 TCE 4/5

O ESPETÁCULO (TCE, 2018) 
Basta uma estrela, ou uma artista excepcional (Sabine Devieilhe), para termos uma razão de assistir novamente, meses depois, a Pelléas et Mélisande, a ópera de Debussy. Foi muito bom. Paris 05.2018 Théâtre des Champs Elysées 4/5
Benjamin Levy
(direção musical)
& 
Orchestre de Chambre Pelléas
Elenco:
Sabine Devieilhe (Melisande)
Etienne Dupuis (Pélleas)
Alain Buet(Golaud)
Jérôme Varnier(Arkel)
Sylvie Brunet-Grupposo (Geneviève)
Camille Poul (Yniold)
Virgile Ancely (o médico)


O ESPETÁCULO (Bastille, 2017)

Esperei uma vida para ver Pélleas et Melisande, a obra-prima de Claude Debussy, mas este ano essa oportunidade finalmente chegou, ainda por cima a dobrar. Há meses no Théâtre des Champs-Elysées, com Patricia Petibon como Melisande, e hoje na Bastille com Robert Wilson na direção cénica. Duas excelentes produções. Mas desta vez é o encenador que leva a palma. Por uma vez, fiz questão de ouver a ópera de olhos bem abertos pois nada queria perder do que se passava no palco. Passa-se pouco (nunca vi palco mais despojado), e o movimento dos cantores é reduzido ao mínimo. Mas nada poderia ser mais expressivo do que este trabalho minimalista de Bob Wilson. A gestualidade dos cantores remete tanto para a cultura japonesa como para o movimento dos pássaros. A lentidão dos movimentos é soberana. Um dos melhores espetáculos que me foi dado a ver. Paris 10.2017 Bastille 4,5/5

O ESPETÁCULO (TCE, 2017)
Finalmente consegui ver Pélleas et Melisande, a obra-prima lírica de Claude Debussy. Parece uma mélodie ininterrupta, refinada, sensual, evanescente: uma obra em que o tecido orquestral é o centro do interesse. Esta nova produção é excelente: Eric Ruf, da Comédie Française, assina a mise en scène e a scénographie, Louis Langrée dirige a Orchestre National de France, e são excelentes os três intérpretes principais (Patricia Petibon, Jean-Sébastien Bou e Kyle Ketelsen). Paris 05.2017 TCE 4,5/5