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CHERYL STUDER

Strauss: Vier Letzte Lieder
Wagner: Wesendonck-Lieder, Tristan Und Isolde

Cheryl Studer, soprano
Staatskapelle Dresden, dir. Giuseppe Sinopoli
CD D.G. 1994
DISCOTECA F

TANNHÄUSER

Tannhäuser (Paris Version) - Highlights
Georg Solti, Vienna Philharmonic Orchestra
VOZES René Kollo, Helga Dernesch, Christa Ludwig, Victor Braun
LP Vinil Decca 1973
DISCOTECA P

WAGNER Aberturas & Prelúdios

Notas de William Mann
LP Vinil EMI 1983
DISCOTECA P

Tennstedt (EMI 1982 e vol II 1985)

Böhm, Kubelik, Jochum (D.G., ed. 2005)
Adrian Boult (EMI)
2CD EMI Classics 2002
DISCOTECA P
(contra-capa dentro de LP)

GRANDS CHOEURS D'OPÉRAS (1996)
CD Les 100 Classiques 1962
DISCOTECA P
(contra-capa dentro de LP)



Szell (Sony 60s)

Karajan (EMI, 1974)

Karajan (D.G., 1984)

Vernon Handley (Público, ed. 2005)

Wilhelm Furtwangler (1990)

Szell (CD 1992) 

DER RHEINGOLD (1869)

A OBRA

Prólogo da tetralogia O Anel dos Nibelungos COMPOSITOR Richard Wagner LIBRETO Richard Wagner CRIAÇÃO Bayreuth

O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)

L'OR DU RHIN

DIREÇÃO Pablo Heras-Casado, Orchestre de l’Opéra national de Paris ENCENAÇÃO Calixto Bieito INTÉRPRETES Iain Paterson (Wotan), Simon O’Neill (Loge), Brian Mulligan (Alberich), Eve-Maud Hubeaux (Fricka), Marie-Nicole Lemieux (Erda) Florent Mbia, (Donner), Matthews Cairns (Froh) Kwgangchul Youn (Fasolt), Mika Kares (Fafner), Gerhard Siegel (Mime), Eliza Boon (Freia), Margarita Polonskaya (Woglinde), Isabel Signoret (Wellgunde), Katharina Magiera (Fosshilde) VISTO Paris 11.02.2025 Bastille NOTA 4/5

O PROGRAMA (Bastille, 2025)

BIBLIOTECA

Leituras 2025


LOHENGRIN (1850)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2023)

Mise en scène: Kirill Serebrennikov
Décors: Olga Pavluk
Direction musicale: Alexander Soddy
Distribution: Kwangchul Youn, Piotr Beczala, Johanni van Oostrum, Sinead Campbell Wallace, Wolfgang Koch, Nina Stemme, Ekaterina Gubanova.

Paris 2023 Bastille 5/5


Pela primeira vez não resisti a Wagner. Foi um dos espetáculos mais intensos que alguma vez vi, apesar das más condições em que o vi. Foram mais de três horas e meia em pé, no fundo da sala, no galinheiro. Desta vez não impliquei com a história nem com os personagens. Lohengrin é um cavaleiro do Graal, que esconde a sua identidade à mulher que salva da morte, pois ela tinha sido acusada de traição. Enquanto a sua identidade não for revelada, Lohengrin pode casar e viver com Elsa. Mas esta, manipulada pela sua inimiga Ortrud, exige saber quem é o marido, que, ao revelar-se acaba por ter de regressar à irmandade do Graal. Bonito. Muito melhor é a música, a começar pelos dois prelúdios aos atos primeiro e terceiro. E também destaca-se a narração final de Lohengrin (o cantor esteve excelente) e o enorme dueto entre Elsa e Ortrud. Londres 07.2018 Covent Garden 5/5
David Alden (encenador) Andris Nelsons (maestro) Georg Zeppenfeld (Heinrich der Vogler)  Klaus Florian Vogt  (Lohengrin) Kristine Opolais (Elsa von Brabant)  Thomas Johannes Mayer (Friedrich von Telramund) Christine Goerke (Ortrud) Kostas Smoriginas (Der Heerrufer des Königs) Konu Kim  Thomas Atkins  Gyula Nagy  Simon Shibambu (Vier brabantische Edle)


BIBLIOTECA

LOHENGRIN (2007)

Programme Opéra National de Paris

Maio e junho de 2007

BIBLIOTECA

Wagner, Schumann, Mahler (2023)

Vladimir Jurowski, direção
Bayerisches Staatsorchester
Yefim Bronfman, piano
Elsa Dreisig, soprano

Théâtre des Champs-Elysées
setembro de 2023

TRISTAN UND ISOLDE (Wagner)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2023)

Tristan und Isolde 2023, ONP Basille 23/01/2023, Encenação de Peter Sellars, video de Bill Viola, Gustave Dudamel (direção), Michael Weinius (Tristan), Mary Elizabeth Williams (Isolde), Eric Owens (König Marke), Okka von der Damerau (Brangäne), Ryan Speedo Green (Kurwenal), Neal Cooper (Melot)

Os vídeos de Bill Viola são um dos grandes trunfos desta produção que vai sendo reapresentada pela ópera da Bastille desde a sua criação. Tão belos os vídeos que nem reparamos na encenação de Peter Sellars, minimalista e discreta. Para mim o importante foi ouvir (e sentir) a música de Wagner em condições que raramente disponho: num teatro, com uma boa orquestra e bons cantores. Há dois ou três momentos, sobretudo duetos entre os dois amantes, que ultrapassam em beleza quase tudo o que conheço de Wagner. Soube-me a pouco assistir apenas a uma récita deste espetáculo. De ver/ouvir/sentir e chorar por mais. Paris 10.2018 Bastille 4,5/5
Wagner: Tristan und Isolde, mis en scène de Peter Sellars, video de Bill Viola, direção musical de Philippe Jordan. Com Andreas Schager (Tristan), Martina Serafin (Isolde), René Pape (König Marke), Ekaterina Gubanova (Brangäne), Matthias Goerne (Kurwenal), Neal Cooper (Melot).

DVDTECA 

Tristan und Isolde (ONP, 2008)
Leituras 2023
ÍNDICE
Argument
Un monde d'images en mouvement, de Bill Viola
Un monument élevé à l'amour, de Oswald Georg Bauer
Le quatrième élément, de Vaclav Jamek
Tristan, une Zufunftsmusik, de Makis Solomos
Tristan, Amfortas: le chevalier à la plaie, de Vincent Borel
Livret

DER FLIEGENDE HOLLÄNDER (1843)

A OBRA (Wagner, 1843)
O NAVIO FANTASMA

Le Vaisseau Fantôme (Wagner, 1843)

Der Fliegende Holländer (Wagner, 2021)

Bela produção (encenação e cenários) de uma obra inicial e menos representada de Wagner, que se baseia numa lenda recente sobre um capitão de navio condenado a atrair para a morte outras embarcações. A sua punição (e dos seus próprios marinheiros) só terminará quando encontrar uma mulher (Senta) que aceite acompanhá-lo na morte. Paris 10.2021 Bastille 4,5/5

Der Fliegende Holländer. Hannu Lintu & Opéra National de Paris (Bastille). Encenação de Willy Decker, com Tomasz Konieczny (Holandês), Günther Groissböck (Daland), Ricarda Merbeth (Senta), Michael Weinius (Erik). 


DISCOTECA

THE FLYING DUTCHMAN Highlights
New Philharmonia Orchestra, Otto Klemperer
Theo Adam, Anja Silja, Martti Talvela, Gerhard Unger, Ernst Kozub, Annelies Burmeister
LP Vinil His Master's Voice 1972
DISCOTECA P

Edward Gardner, The Norwegian Opera and Ballet Orchestra 

Gerald Finley (Dutchman), LiseDavidsen (Senta), Anna Kissjudit, Stanislas De Barbeyrac, Eirik Grøtvedt, Brindley Sherratt…
2CD Decca 2025
Diapason d'or de l'année 2025
NT

Dorati/1960
DISCOTECA

The Flying Dutchman (Opera Guide, 1982)
Opera Guide n°12, 1982
BIBLIOTECA

Jon VICKERS

The Great Voice of Jon Vickers (Jon Vickers, 1962)
Compilação de 1962
Scenes From Aida, Die Walküre, LP Decca 1962
Tenho reedição em K7 Cassete 1986
DISCOTECA

KIRSTEN FLAGSTAD

Wagner Le Crépuscule des Dieux (1950)
Kirsten Flagsatd, soprano
Wilhelm Furtwängler, OF de Viena
LP vinil EMI Références
DISCOTECA

Wagner & Brahms
Wesendonk Lieder, Deux berceuses
Kirsten Flagstad, soprano
LP vinil EMI Références France s/d
Texto de André Tubeuf
DISCOTECA 

PARSIFAL (1882)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2022)
O ESPETÁCULO (Bastille, 2018)
É a segunda vez que assisto a Parsifal. No ano passado vi-o no cinema, transmitido de um teatro de Berlim. Não gostei. Desta vez foi na Opéra Bastille, encenado por Richard Jones e com direção musical de Phillipe Jordan. Gostei bastante, mas também confirmei o que não me atrai em Wagner: o argumento e as personagens. Parsifal é o cavaleiro que vai conseguir vencer Klingsor e trazer para a irmandande do Graal a espada sagrada, que vai curar o chefe Amfortas, que no início da ópera tinha sido ferido pela mesma, quando esta caiu nas mãos de Klingsor. Wagner apreciava as lendas e a mitologia medievais por si mesmas, sem aparentemente fazê-las dialogar com o seu mundo contemporâneo. Parsifal é uma ópera excessivamente viril, se bem que dominada por valores religiosos. A honra (masculina) e a autoridade e devoção do pai (e do Redentor) norteiam a ação e a vida dos cavaleiros, remetidos à castidade. A mulher (Kundry) é um joguete na mão dos homens, e assim, entre feiticeira e puta, não sobra espaço para a afirmação da sua feminidade e da sua individualidade. Que saudade das heroínas, também sacrificadas ao poder masculino, de Verdi e Puccini... Musicalmente tudo esteve muito bem, com cantores superlativos, cujo canto anuncia já (em 1882) certas obras em língua alemã do século seguinte. A dimensão narrativa do libreto é considerável, e talvez por isso o canto se aproxime tanto do discurso falado em detrimento da sua função lírica... O futuro da ópera alemã, um futuro/presente que pouco me entusiasma, passava por Parsifal. Apesar das minhas reticências quanto ao libreto, gostei muito de assistir a este Parsifal. Paris 05.2018 Opéra Bastille 4/5
Parsifal (Wagner, 1882)
Direção musical: Philippe Jordan 
& 
Orchestre e Chœurs de l’Opéra national de Paris
Mise en scène: Richard Jones 
com 
Andreas Schager (Parsifal)
Peter Mattei (Amfortas)
Reinhard Hagen (Titurel) 
Günther Goissböck (Gurnemanz)
Evgeny Nikitin (Klingsor)
Anja Kampe (Kundry)

O ESPETÁCULO (2016)
Uma desilusão esta estreia pessoal ao universo do Parsifal de Wagner. O espetáculo foi filmado em 2015 em Berlim e dirigido musicalmente por Daniel Baremboim. Tudo excelente ao nível artístico. O problema é mesmo esta ópera em si. Nunca me interessaram os libretos mitológicos de Wagner, tal como nunca liguei para os libretos densos, intrincados, da ópera barroca. Nesta, no entanto, as componentes instrumental e vocal sublimam o resto. Em Wagner o texto, por vezes excessivamente narrativo, toma a primazia. Não é possível ignorá-lo e dar atenção apenas à música. Quando não se entra na história de Parsifal não se pode apreciar minimamente esta ópera. Paris 05.2016 Cinema Balzac 2/5

PARSIFAL
Programa Ópera Théâtre du Châtelet
BIBLIOTECA 

WAGNER Lieder & Arias

Wagner - Wesendonk Lieder 
et Airs de La Walkyrie, Lohengrin... (1961)
Régien Crespin, 1961
Vinil LP 33T Gatefold EMI 1961?
DISCOTECA 

LP vinil EMI France reedição


Wagner & Brahms
Wesendonk Lieder, Deux berceuses
Kirsten Flagstad, soprano
LP vinil EMI Références France s/d
Texto de André Tubeuf
DISCOTECA 
Wagner Le Crépuscule des Dieux (1950)
Kirsten Flagsatd, soprano
Wilhelm Furtwängler, OF de Viena
LP vinil EMI Références
DISCOTECA