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DIE WALKÜRE (1870)

A OBRA (R. Wagner, 1870)

LIVRET de Richard Wagner, escrito em 1851-1852 MÚSICA de Richard Wagner, composta em 1854-1856 CRIAÇÃO Munique 26.06.1870 Königliches Hof un Nationaltheater / Bayreuth 14.08.1876 Criação no quadro do Anel do Nibelungo


O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)

Paris 11.11.2025 & 25.11.2025 Opéra Bastille


Siegmund: Stanislas de Barbeyrac

Wotan: James Rutherford Hunding

Günther: Groissböck

Sieglinde: Elza van den Heever

Brünnhilde: Tamara Wilson

Fricka: Ève-Maud Hubeaux

Gerhilde: Louise Foor

Ortlinde: Laura Wilde

Waltraute: Marie-Andrée Bouchard-Lesieur 

Schwertleite: Katharina Magiera

Helmwige: Jessica Faselt

Siegrune: Ida Aldrian

Grimgerde: Marvic Monreal

Rossweisse: Marie-Luise Dreßen

Orchestre de l’Opéra national de Paris


DISCOTECA 2

Mehta/1º Acto/1985 

Barenboim  


LA WALKYRIE (ONP, 2010)

BIBLIOTECA F


Sommaire:

L'Invitation au voyage, Charles Baudelaire

Pour amour de toi, Richard Wagner à Franz Liszt

Le Mythe des Nibelungen considéré comme esquisse d'un drame, por Richard Wagner

L'Opéra d'Alberich, por Christophe Ghristi

La Figure d'un opprimé tragique, por Serguei M. Eisenstein

Le Bonheur dans la douleur, par Arthur Schopenhauer

Tu ne m'aimes pas, Richard Wagner à sa femme Minna

Schmerzn, par Mathilde Wesendonck

La communion dans la pitié, Richard Wagner à Mathilde Wesendonck

Amour et perpétuation de l'espèce, Arthur Schopenhauer

Appels du Tréfonds, Thomas Mann

La Chute de la maison Wagner, Thomas Mann

Le poison wagnérien, Paul Claudel

Adieux, Henri de Régnier

Une date ineffaçable, La Walkyrie conquiert Paris, par Hervé Lacombe

La Walkyrie, Paul Dukas

Livret

Les Artistes 


CARMEN (1875)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2017)
Por ter visto ainda há pouco esta produção (encenação de Calixto Bieito) desta vez sem Roberto Alagna, pude concentrar-me na partitura de Bizet. Fico sempre espantado com o número de árias e peças orquestrais que passaram para o domínio popular. Há compositores com várias óperas que, juntas, não têm tanta riqueza quanto esta única ópera. A orquestra foi dirigida por Mark Elder e nos principais papeis tivemos: Anita Rachvelishvili (Carmen), Bryan Himel (Don José), Marina Costa-Jackson (Micaela) e Ildar Abdrazakov (Escamillo). Muito bom, para variar. Paris 06.2017 Bastille 4/5

Se a memória não me falha, vi Carmen em cena uma única vez (no Coliseu do Porto em 1998). Pela mesma altura Bieito Calixto preparava a encenação da produção que pude ver há dias. Ouvi falar muito mal desta encenação, que mesmo assim continua a ser apresentada depois de tantos anos após a sua criação. Achei-a bem interessante, moderna, e perfeitamente legível. Quanto aos cantores, a estrela da noite foi Roberto Alagna, que cantou muito bem, mas pouco melhor que as protagonistas que encarnavam Carmen e Micaela. Paris 03.2017 Bastille 4/5

DJAMILEH (1872)

A OBRA (Bizet, 1872)

Paris, Opéra-Comique 1872

DJAMILEH (2025)
Isabelle Druet, Djamileh
Jean-Xavier Roth, Les Siècles 
Box 4CD Palazetto Bru Zane 2025 NT
Muito Bom

DJAMILEH (1998)
Jacques Mercier, Orchestra National d'Ile-de-France
CD RCA 1998
NT


Operetas de Offenbach & Wachs (2020)

Duas breves operetas francesas que foram um grande sucesso no século 19 são ressuscitadas num espetáculo divertido e ligeiro. Pelo menos uma canção, o dueto «Je suis alsacienne, je suis alsacien» fica de imediato no ouvido. Do compositor Frédéric Wachs vimos Un mari dans la serrure (1876), de Offenbach vimos Lischen et Fritzchen (1863). Dois únicos cantores asseguraram este espetáculo: a sensacional mezzo Adriana Bignagni e Damien Bigourdan, acompanhados pelo pianista Jean-Marc Fontana. Paris, março de 2020, Théâtre Marigny 3/5

L'ÉTOILE (1877)

A OBRA (Chabrier, 1877)

L'Étoile (Opéra-Comique, 2007)