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Smetana: Die Verkaufte Braut (1982)

DVD Deutsche Grammophon 2007

TÍTULO: A Noiva Vendida, The Bartered Bride, La Fiancée Vendue, Die Verkaufte Braut COMPOSITOR Bedrich Smetana LIBRETO Karel Sabina (versão original), Max Kalbeck (versão alemã)

ESPETÁCULO (Wiener Staatsoper, 1982)
Ballett der Wiener Staatsoper
Students at the Ballet School of the Vienna State Opera
Wiener Staatsoper
Gravação vídeo: 25/04/1982
Coreografia: Gerlinde Dill
Coro: Wiener Staatsopernchor Chorus
Direção musical: Adam Fischer
Encenação: Otto Schenk
Orquestra: Bühnenorchester Der Wiener Staatsoper (Orchester Der Wiener Staatsoper)

Cantores:
Siegfried Jerusalem (Hans)
Lucia Popp (Marie)
Czeslawa Slania (Agnes)
etc.

TRISTAN UND ISOLDE (Wagner)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2023)

Tristan und Isolde 2023, ONP Basille 23/01/2023, Encenação de Peter Sellars, video de Bill Viola, Gustave Dudamel (direção), Michael Weinius (Tristan), Mary Elizabeth Williams (Isolde), Eric Owens (König Marke), Okka von der Damerau (Brangäne), Ryan Speedo Green (Kurwenal), Neal Cooper (Melot)

Os vídeos de Bill Viola são um dos grandes trunfos desta produção que vai sendo reapresentada pela ópera da Bastille desde a sua criação. Tão belos os vídeos que nem reparamos na encenação de Peter Sellars, minimalista e discreta. Para mim o importante foi ouvir (e sentir) a música de Wagner em condições que raramente disponho: num teatro, com uma boa orquestra e bons cantores. Há dois ou três momentos, sobretudo duetos entre os dois amantes, que ultrapassam em beleza quase tudo o que conheço de Wagner. Soube-me a pouco assistir apenas a uma récita deste espetáculo. De ver/ouvir/sentir e chorar por mais. Paris 10.2018 Bastille 4,5/5
Wagner: Tristan und Isolde, mis en scène de Peter Sellars, video de Bill Viola, direção musical de Philippe Jordan. Com Andreas Schager (Tristan), Martina Serafin (Isolde), René Pape (König Marke), Ekaterina Gubanova (Brangäne), Matthias Goerne (Kurwenal), Neal Cooper (Melot).

DVDTECA 

Tristan und Isolde (ONP, 2008)
Leituras 2023
ÍNDICE
Argument
Un monde d'images en mouvement, de Bill Viola
Un monument élevé à l'amour, de Oswald Georg Bauer
Le quatrième élément, de Vaclav Jamek
Tristan, une Zufunftsmusik, de Makis Solomos
Tristan, Amfortas: le chevalier à la plaie, de Vincent Borel
Livret

Adriana Lecouvreur (Cilea)



WERTHER (1892)

A OBRA (Massenet, 1892)
COMPOSITOR Jules Massenet LIBRETO Eduard Blau, Paul Milliet e Georges Hartmann, baseado no romance de Goethe PERSONAGENS Werther, Charlotte, Sophie CRIAÇÃO

O ESPETÁCULO (Opéra-Comique, 2025)

O ESPETÁCULO (TCE, 2025)

Paris 7.04.2025 Théâtre des Champs-Élysées

EQUIPA ARTÍSTICA
Marc Leroy-Calatayud, direção musical
Les Siècles
Solistas crianças e Coro de crianças da Maîtrise des Hauts-de-Seine
Christof Loy, mise en scène

Benjamin Bernheim, Werther
Marina Viotti, Charlotte
Jean-Sébastien Bou, Albert
Sandra Hamaoui, Sophie
Marc Scoffoni, Le bailli
Yuri Kissin, Johann
Rodolphe Briand, Schmidt
Johanna Monty, Kätchen
Guilhem Begnier, Brühlmann  

O ESPETÁCULO (ROH/Publicis, 2016)
Já conhecia esta encenação de Benoît Jacquot para a obra de Jules Massenet, mas em DVD com Jonas Kauffman e Sophie Koch, uma produção muito bela e que se arrisca a tornar-se um clássico. Este ano Joyce DiDonato é Charlotte e Vittorio Grigòlo é Werther na reposição do Covent Garden, sob a direção musical de Antonio Pappano. Os dois cantores são excelentes. A minha preferência vai para o terceiro ato, na casa de Charlotte, quando ela lê ou recita as cartas do seu amado e a seguir este aparece para consumar a tragédia. Massenet impõe sobre este casal condenado um tecido musical marcado pela fatalidade e negrura. Maravilhoso espetáculo. Paris 06.2016 ROH/Publicis 4/5

Werther, de Massenet (Paris Bastille, 2010)
Esta produção parisiense do Werther de Massenet já é um clássico. Reuniu um conjunto de intérpretes exemplar (Jonas Kaufmann, Sophie Koch, Ludovic Tézier e Anne Catherine Gillet) encabeçado pelo maior tenor em atividade, Jonas Kaufmann. Mas toda a produção é exemplar e honra seja feita ao encenador Benoit Jacquot (também realizador reconhecido) por ter optado por um cenário despojado mas muito belo e expressivo. O menos é muitas vezes mais. TV 07.2015: 5/5

A DISCOTECA

WERTHER (1931)
CDD Digipak Les Indispensables de Diapason 2011
Elie Cohen & Chœur et Orchestre de l'Opéra de Paris
Com Georges Thill (Werther), Ninon Vallin (Charlotte), Germaine Féraldy (Sophie)
DISCOTECA

 WERTHER (1980)
Colin Davis


DVDTECA 2

DVD 2010
DVDTECA


DVDTECA



BIBLIOTECA 
Programa Opéra-Comique 1994
BIBLIOTECA 

Julia Varady


A Viúva Alegre


La Veuve Joyeuse


ARIADNE AUF NAXOS (1912)

A OBRA (Richard Strauss, 1912 & 1916)

O ESPETÁCULO (TCE, 2019)
Numa casa da nobreza vai representar-se uma ópera sobre Ariadne abandonada por Teseu numa ilha, prevê-se naturalmente uma obra séria dominada pelas lamentações de Ariadne. Mas os planos do sarau nobre alteram-se à última hora e uma trupe de comediantes/cantores italianos vai também atuar...ao mesmo tempo que o grupo de Ariadne. Duas concepções de ópera que se opuseram no século 18 vão confrontar-se no palco de forma espirituosa: os italianos vão tudo fazer para animar Ariadne, que só desperterá com o amor de Baco. Mais uma vez confirmo ser Strauss um teórico da ópera, à volta com as formas e os géneros operáticos ou com a natureza dupla da ópera, feita de palavras (a poesia) e de sons (a música, a melodia). Foi bom tomar conhecimento desta importante ópera. Paris 03.2019 TCE 3/5
Ariadne auf Naxos (Strauss). Jérémie Rhorer (direção musical) & Orchestre de chambre de Paris. Katie Mitchell (encenação), Camilla Nylund (Ariane), Roberto Saccà (Baco) Kate Lindsey (o compositor), Olga Pudova (Zerbinetta).

Ariadne auf Naxos não é uma das minhas obras preferidas de Richard Strauss. A sua produção contou com alguns problemas, tendo tido uma versão curta em 1912 e outra, definitiva, em 1916. E nem sempre foram fáceis as relações de Strauss com o grande e fiel libretista Hugo von Hofmannsthal. Não é uma obra fácil para mim. Muito "palavrosa" e em alemão, sem legendas é impossível apreciar esta obra. Felizmente, vi uma versão de referência, a de Karl Böhm de 1976 na Vienna State Opera. Foi encenada e filmada por Filippo Sanjust, mas são os cantores Gundula Janowitz, René Kollo e Edita Gruberová que tornam esta produção inesquecível. O argumento é engenhoso: dois grupos de teatro que representam a alta cultura e a baixa cultura são obrigados a contracenar juntos por exigência do governante que os contratou. Esta ópera começa como uma commedia dell' arte que faz lembrar Mozart e depois entra pelo terreno de Wagner, transformando-se num longo lieder. TV 07.2015 4/5

Programa de espetáculo
ONP
BIBLIOTECA

ARIANE À NAXOS
Ópera L'Avant-scène
BIBLIOTECA

Ariadne auf Naxos (2018)
Aix-en-Provence, juillet 2018
BIBLIOTECA F


DER ROSENKAVALIER (1911)

A OBRA (R. Strauss, 1911)
Comédia em músicaa em três actos op. 59
COMPOSITOR Richard Strauss LIBRETO Hugo von Hofmannsthal 

O ESPETÁCULO (TCE, 2025)
Paris 27.05.2025 Théâtre des Champs-Elysées 
DIREÇÃO MUSICAL Henrik Nánási, Orchestre National de France,  Chœur Unikanti ENCENAÇÃO Krzysztof Warlikowski COREOGRAFIA Claude Bardouil INTÉRPRETES Véronique Gens/A Marechala, Peter Rose/Ochs, Niamh O'Sullivan/Octavian, Jean-Sébastien Bou/Senhor de Faninal, Regula Mühlemann/Sofia

O ESPETÁCULO (Bastille, 2016)
O Cavaleiro da Rosa é uma das obras-primas líricas de Richard Strauss, com libreto do seu colaborador regular Hugo von Hofmannsthal. O ponto de partida foi uma peça francesa ligeira sobre um trio de personagens que se envolvem numa situação cômica. A mulher de um marechal tem um jovem amante (Octavian) que, para que a sua relação não seja conhecida, disfarça-se de criada quando o primo da amante (barão Ochs) chega inesperadamente. O barão tenta seduzir a criada e a prima marechala, divertida com a situação, propõe que o seu jovem amante seja o intermediário entre o barão e a jovem com quem ele vai casar-se em breve. Mas Octavian apaixona-se pela jovem noiva e acaba por não poder cumprir a promessa de amar para sempre a marechala. O melhor da ópera não é o enredo mozartiano da comédia de enganos mas a densidade melancólica da evolução psicológica da marechala, traduzida pela sublime música de Strauss que nos melhores momentos parece um lieder contínuo. A marechala, para seu divertimento, provoca o encontro entre o seu jovem amante e uma moça da sua idade. Sem saber, originou uma crise pessoal: a da consciência do seu próprio envelhecimento. Este adeus à juventude é glosado nos momentos mais belos da ópera. Muito bom. Paris 05.2016 Bastille 4/5
DVDTECA

DVD D.G. 2005
Felicity Lott, Kurt Moll, Anne Sofie von Otter, Barbara Bonney
Chor und Orchester der Wiener Staatsoper, Carlos Kleiber (1979)
DVDTECA

LE CHEVALIER À LA ROSE (1984)
L'Avant-Scène Opéra Nº 69/70 (1984) ed. 1990
BIBLIOTECA F
Leituras, maio de 2025

LA CENERENTOLA

DISCOTECA vinil???

LA CENERENTOLA (1995) 
Campanella, Bartoli, Dara, Giménez, Corbelli, Pertusi
DVD Decca 1996
DVDTECA


BIBLIOTECA (2)

La Cenerentola (Opera Guide, 1980)
Opera Guide n°1 (1980)
BIBLIOTECA


La Cenerentola (1996)
Programme Opéra National de Paris
Maio de 1996
BIBLIOTECA
Leitura Paris 2023