Ascanio in Alba (Mozart, 1771)
IL RE PASTORE (1775)
IPHIGÉNIE EN TAURIDE (1779)
Acho que nunca tinha visto uma encenação tão minimalista e austera quanto a de Robert Carsen para esta produção de Iphigénie en Tauride. Todas as personagens, incluindo cantores e dançarinos, vestem-se de negro ou cinzento e cinzentas são as quatro paredes e o chão onde estão escritos, a giz como numa lousa, os nomes dos protagonistas da tragédia (grega) familiar que atinge Iphigénie, primeiro num sonho depois na realidade: Agamemnon, Clytemnestra, Orestes e Iphigénie. Também Gluck reformou a ópera pela via da austeridade clássica: ação centrada em poucas personagens e espaços e num curto período temporal; e ausência de abertura e de interlúdios instrumentais para permitir a dança. Entre outras inovações para a época. Foi um ótimo espetáculo servido por por cantores excelentes, em especial Iphigénie. Paris Théâtre des Champs-Elysées 12.2019 NOTA 4,5/5
Mise en scène de Robert Carsen e coreografia de Philippe Giraudeau. Thomas Hengelbrock dirige o Ensemble e o Chœur Balthasar Neumann, com Gaëlle Arquez (Iphigénie), Stéphane Degout (Oreste) e Paolo Fanale (Pylade)
O ESPETÁCULO (Garnier, 2016)
BIBLIOTECA (2)
ARMIDE (1777)
Armide (Opéra-Comique, 2022)
Programme de ARMIDE, Opéra-Comique, novembre 2022
Conteúdo:
À lire avant le spectacle, par Agnès Terrier
Argument
Intentions, par les maîtres d'œuvre du spectacle
Christoph Willibald Gluck, GLUCK et l'opéra-comique
Philippe Quinault, par Buford Norman
Les protagonistes
Armide et les enchanteresses, par Noemie Courtès
L'Académie Royale de Musique en 1777
Gluck à Paris: Quelle révolution?, par Timothée Picard
Ange ou démon ? Non, une femme bien sûr !, par Julien Garde
Automne 1777,une création mouvementée
Armide en son jardin, par Noémie Courtès
Livret









