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Recitais Líricos 2021

Soberbo recital em torno da personagem de Orfeo, tratada por Monteverdi, Martini e Sartorio no primeiro século da ópera. Pelo  Ensemble Artaserse, Philippe Jaroussky et Emöke Baráth. Jaroussky teve a participação mais comovente. Paris 06.2021 Théâtre des Champs-Elysées 4,5/5
Benjamin Bernheim (TCE, 2021)
Uma maravilha de recital. Primeiro (e o melhor) mélodies de Chausson e Duparc, em seguida Brahms e por fim Britten. Três línguas, três sensibilidades e um tenor em estado de graça. Nos encores "pourquoi me réveiller" (Massenet). Paris 2021 TCE 5/5
Jakub Józef Orliński (TCE, 2021) 
Jakub Józef Orliński com Il Pomo d’Oro dirigido por Zefira Valova apresentou se num recital dedicado a Handel. Can you handle? brincou ele numa das suas muitas intervenções, que encantaram o público, conquistado à partida. Orliński é a mais recente superstar do mundo lírico, mais uma vez, como Bartoli e Jaroussky, defendendo o repertório barroco, assim como a era dos castrati. Foi deveras impressionante. Paris 07.2021 Théâtre des Champs-Elysées 5/5

MANON (1894)

A OBRA (Massenet, 1894)


O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)
  • DIREÇÃO MUSICAL Pierre Dumoussaud, Orchestre et Chœurs de l’Opéra national de Paris INTÉRPRETES Amina Edris (Manon), Benjamin Bernheim (Chevalier des Grieux), Andrzej Filonczyk (Lescaut) VISTO Opéra Bastille 26.05.2025 
  • DIREÇÃO MUSICAL Pierre Dumoussaud, Orchestre et Chœurs de l’Opéra national de Paris INTÉRPRETES Amina Edris (Manon), Roberto Alagna (Chevalier des Grieux), Andrzej Filonczyk (Lescaut) VISTO Opéra Bastille 1

O ESPETÁCULO (Opéra-Comique, 2019)

 
Manon volta ao palco onde foi criada em 1894: a Opéra-Comique. Um regresso triunfante devido a três grandes nomes da cena artística francesa atual: a soprano Patricia Petibon (Manon), o maestro Marc Minkowski (à frente dos Musiciens du Louvre) e o encenador Olivier Py. Mesmo depois de ter lido o romance Manon Lescaut, de Prévost, e visto a ópera, não consigo sentir empatia por esta personagem misteriosa, que não resiste à perdição, que não evita a infidelidade e o luxo, a que não resistira também. Paris 05.2019 4/5

DISCOTECA 

Monteux/1955
DISCOTECA 

Etcheverry/1997 ext  
DISCOTECA 

LES CONTES D'HOFFMANN (1881)

O ESPETÁCULO (Opéra-Comique, 2025)
29.10.2025


O ESPETÁCULO (Bastille, 2023)
Ópera de Jacques Offenbach
Paris 2023 Bastille 4/5


Muita boa encenação de Robert Carsen para a obra-prima de Offenbach. Foi a primeira vez que vi esta ópera em cena. O primeiro ato é excelente, com o grande quadro de Olympia e a cena do bar, mas o segundo ato não chegou a interessar-me; a abertura e o final do terceiro ato são muito bons. Paris 11.2016 Bastille 4/5

DISCOTECA:
DISCOTECA
GRAVAÇÃO: 1948 INTÉRPRETES: André Cluytens, Orquestra e Coro da Opéra Comique de Paris CANTORES: Renée Doria, Raoul Jobin, Bourvil

WERTHER (1892)

A OBRA (Massenet, 1892)
COMPOSITOR Jules Massenet LIBRETO Eduard Blau, Paul Milliet e Georges Hartmann, baseado no romance de Goethe PERSONAGENS Werther, Charlotte, Sophie CRIAÇÃO

O ESPETÁCULO (Opéra-Comique, 2025)

O ESPETÁCULO (TCE, 2025)

Paris 7.04.2025 Théâtre des Champs-Élysées

EQUIPA ARTÍSTICA
Marc Leroy-Calatayud, direção musical
Les Siècles
Solistas crianças e Coro de crianças da Maîtrise des Hauts-de-Seine
Christof Loy, mise en scène

Benjamin Bernheim, Werther
Marina Viotti, Charlotte
Jean-Sébastien Bou, Albert
Sandra Hamaoui, Sophie
Marc Scoffoni, Le bailli
Yuri Kissin, Johann
Rodolphe Briand, Schmidt
Johanna Monty, Kätchen
Guilhem Begnier, Brühlmann  

O ESPETÁCULO (ROH/Publicis, 2016)
Já conhecia esta encenação de Benoît Jacquot para a obra de Jules Massenet, mas em DVD com Jonas Kauffman e Sophie Koch, uma produção muito bela e que se arrisca a tornar-se um clássico. Este ano Joyce DiDonato é Charlotte e Vittorio Grigòlo é Werther na reposição do Covent Garden, sob a direção musical de Antonio Pappano. Os dois cantores são excelentes. A minha preferência vai para o terceiro ato, na casa de Charlotte, quando ela lê ou recita as cartas do seu amado e a seguir este aparece para consumar a tragédia. Massenet impõe sobre este casal condenado um tecido musical marcado pela fatalidade e negrura. Maravilhoso espetáculo. Paris 06.2016 ROH/Publicis 4/5

Werther, de Massenet (Paris Bastille, 2010)
Esta produção parisiense do Werther de Massenet já é um clássico. Reuniu um conjunto de intérpretes exemplar (Jonas Kaufmann, Sophie Koch, Ludovic Tézier e Anne Catherine Gillet) encabeçado pelo maior tenor em atividade, Jonas Kaufmann. Mas toda a produção é exemplar e honra seja feita ao encenador Benoit Jacquot (também realizador reconhecido) por ter optado por um cenário despojado mas muito belo e expressivo. O menos é muitas vezes mais. TV 07.2015: 5/5

A DISCOTECA

WERTHER (1931)
CDD Digipak Les Indispensables de Diapason 2011
Elie Cohen & Chœur et Orchestre de l'Opéra de Paris
Com Georges Thill (Werther), Ninon Vallin (Charlotte), Germaine Féraldy (Sophie)
DISCOTECA

 WERTHER (1980)
Colin Davis


DVDTECA 2

DVD 2010
DVDTECA


DVDTECA



BIBLIOTECA 
Programa Opéra-Comique 1994
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