Mostrar mensagens com a etiqueta Biblioteca Ópera. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Biblioteca Ópera. Mostrar todas as mensagens

Scotto. More Than a Diva (1986)

Scotto. More Than a Diva
UK: Robson Books 1986
Foreword by Plácido Domingo 
BIBLIOTECA

Norma (Overture Opera Guides, 2016)

Norma (2016)
Overture Opera Guides 2016
BIBLIOTECA

Nellie: The Life and Loves of a Diva (2021)

Nellie: The Life and Loves of a Diva
(Robert Wainwright, 2021)
Allen & Unwin 2022
BIBLIOTECA F

Dieux & Divas de L'Opéra (1987)

Dieux & Divas de L'Opéra
Tome 1 - Des origines à la Malibran
(R. Blanchard et Roland de Condé, 1987)
Plon 1987 430p
NT

Dieux & Divas de L'Opéra
Tome 2.De 1820 à 1950. Grandeur et décadence du bel canto
(R. Blanchard et Roland de Condé, 1987)
Plon 1987 480p
BIBLIOTECA

Dieux & Divas de L'Opéra
(R. Blanchard et Roland de Condé, 1987)
Fayard 2004 840p

D'un Opéra l'autre (1996)

D'un Opéra l'autre (1996)
Hommage à Jean Mongrédien
 Textes réunis et présentés par
Jean Gribenski, Marie-Claire Mussat et Herbert Schneider 
Presses de l'Université de Paris-Sorbonne
BIBLIOTECA F 

Biblioteca VIVALDI

VIVALDI (H. C. Robbins Landon, 1993)
Tradução:
VIVALDI 1678-1741 BIOGRAPHIE
JC Lattès 1994
BIBLIOTECA F
Leituras setembro de 2025
NT

NT

NT

NT


Hervé, le père de l’opérette (1994)


Hervé, le père de l’opérette - 50 ans de Folies Parisiennes
 (Jacques Rouchouse, 1994)
Hervé foi de facto o pai da opereta. Ele e Offenbach foram contemporâneos, eram os grandes compositores de opereta da época, trabalharam para os mesmos teatros e partilharam alguns dos grandes intérpretes do género, como Hortense Schneider. As obras de Offenbach ficaram no repertório dos teatros de ópera, as de Hervé não resistiram ao gosto dos tempos. Mas Hervé foi imensamente popular. Compôs (e por vezes escreveu os libretos) operetas e óperas buffas de um humor delirante que antecipou os surrealistas. São obras pouco compreensíveis para o público que não viveu na época de Hervé pois há imensas referências à cultura da época e à história de França tal como era vista pelos contemporâneos do compositor. Eu não tinha ouvido falar de Hervé até ter comprado esta preciosa biografia. É uma daquelas personagens-chave do século 19 francês tão fascinante quanto os nomes célebres que estão aí até hoje. Paris 06.2019 4/5

Georges Bizet (Jérôme Bastianelli, 2015)

A coleção Actes Sud/Classica reserva-nos quase sempre boas monografias e esta de Bizet é exemplo disso. O autor percorre a obra do compositor por géneros, pois o génio de Bizet não se reduziu à ópera (e à Carmen). Bizet foi um pianista virtuoso e foi um sinfonista de génio, mas abandonou a sua produção nestes géneros para investir na produção lírica. Li este pequeno livro na viagem de ida e volta entre Paris e Londres. 06.2017 5/5

Francesco Cavalli (Olivier Lexa, 2014)

Francesco Cavalli (Olivier Lexa, 2014)
Francesco Cavalli é sem dúvida um dros grandes títulos da coleção Actes Sud/Classica. O seu autor, Olivier Lexa, afirma que é a primeira biografia completa escrita sobre o grande mestre de ópera do século XVII. Nem queria acreditar quando soude disso. Cavalli é o maior compositor de óperas do seu século a par com Monteverdi. Mas Cavalli inaugurou, em Veneza, a organização do espetáculo operático que iria durar durante muitas décadas e em alguns aspectos dura até hoje. Cavalli, juntamente com outros compositores a trabalhar para Veneza, desenvolveram o modelo público da  ópera, que já não era ópera de corte para os happy few, mas ópera para (potencialmente) todos. Quem investia eram os empresários, e Cavalli era um deles, por isso o lucro era um objetivo confessado. Cavalli foi um compositor prolífico e de grande sucesso e algumas das suas obras tiveram direito a reprises ainda em vida do compositor, coisa inédita na época. Uma leitura marcante. Paris 06.2017: 5/5

LA BELLE HÉLÈNE (1864)

A OBRA (Offenbach, 1864)
COMPOSITOR Jacques Offenbach LIBRETO CRIAÇÃO Paris: Théâtre des Variétés 12.1864

O ESPETÁCULO (TCE, 2021)

La Belle Hélène é uma das obras mais celebradas de Offenbach, com várias árias famosas. No entanto, preferi a opereta de Charles Lecocq que vira no dia anterior porque o espetáculo foi sem dúvida muito superior. Na Belle Hélène há um evidente desequilíbrio entre os momentos musicais e os momentos falados, que tiveram de ser adaptados à nossa atualidade. A música é excelente e gostei de ouvir as árias que só conhecia do disco. Mas as intervenções faladas são longas e entediantes. Foi uma versão de concerto (que antecede a versão cénica em Lille, para breve). Parece me que Offenbach precisa de uma representação visual e teatral para ser devidamente apreciado. Paris 2021 Théâtre des Champs-Elysées 3/5

Direção musical de Alexandre Bloch & Orchestre National de Lille e Chœur Septentrion, com a mezzo-soprano Gaëlle Arquez (Hélène) e Cyrille Dubois (Pâris).

O ESPETÁCULO (T. Châtelet, 2015)
La Belle Hélène é uma opereta muito conhecida de Offenbach que parodia com bastante humor o mundo da ópera séria e também o mundo da antiguidade clássica. Os encenadores desta produção, Giorgio Barberio Corsetti e Pierrick Sorin, foram muito felizes ao recorrerem às novas tecnologias para encenar esta obra do século XIX. O espetador pode ver a ação em dois planos: um inferior constituído pelo palco com fundo azul, e outro superior, com um ecrã tripartido que projeta o que se passa no palco mas com um fundo preenchido. Já tinha vista este procedimento noutra produção assinada pelos mesmos encenadores, e apesar de não ser novidade, consegue sempre surpreender e encantar os espetadores. Mais uma vez o Châtelet acertou. Paris 06.2015 Châtelet 5/5

BIBLIOTECA

La Belle Hélène (2001)
Programme TC 2001)  

LA BELLE HÉLÈNE (1999)
Programme Festival d'Aix-en-Provence 1999
BIBLIOTECA F

Ernest Reyer (André Segond, 2008)

ERNEST REYER (2008)
Autor: André Segond
AutreTemps Editions 2008
BIBLIOTECA

Ernest Reyer (1823-1909) foi um importante compositor de óperas da segunda metade do século XIX. Compôs Sigurd (1884) e Salammbô (1990), duas óperas que tiveram grande sucesso durante várias décadas, mas que hoje estão muito esquecidas.
Reyer foi um dos maiores defensores da música de Wagner em França, compositor que encontrou muita resistência em terras francesas. Ficou famoso o escândalo da estreia de Tanhauser em Paris, em 1961, rejeitado por grande parte do público e da crítica. Reyer defendia a estética musical wagneriana desde os anos 1850 e continuou a defendê-lo até que nos últimos anos do século, as obras do compositor alemão começaram finalmente a ser largamente aceites em França. Também foi um grande defensor de Berlioz e de outros nomes maiores seus contemporâneos, como Gounod, Chabrier ou Bizet.
Reyer foi um grande crítico musical, tendo trabalhado para o Jounal des Débats de 1866 a 1899 e participado, desse modo, num período tão rico para a lírica francesa. Foi dos poucos críticos a merecer o respeito e admiração dos compositores da época.
A leitura desta breve biografia fez-me desejar conhecer não só a sua obra (escassamente gravada) como também os escritos críticos, pois os muitos exemplos reproduzidos nesta biografia atestam um espírito generoso e acertado nos seus juízos (defendeu, contra muitos, bastantes obras hoje consideradas relevantes), tudo num estilo impecável. Leitura 2014 Paris 4/5

SAMSON (1733)

Programme de l'Opéra-Comique
BIBLIOTECA
Leituras, março de 2025

SOMMAIRE

1.À Lire avant le spectacle, de Timothée Picard

2.Argument

3.Intentions

3.1.La force de l'Opéra, entretien avec Raphaël Pichon

3.2.Faire vivre un matériau musical historique, entretien avec Claus Guth

4.Aux Origines de l'œuvre

4.1.Jean-Philippe Rameau 

4.2.Samson, l'enfant maudit de Rameau et Voltaire, de Sylvie Bouisson

4.3.Malmené par l'esprit de Dieu - Une Tragédie

4.4.Reconstruire Samson: Liste des sources musicales

5.Livret

6.Les Artistes 

LA CLEMENZA DI TITO (1791)

Por uma vez não impliquei com uma encenação de ópera. Willy Decker utiliza um grande volume de mármore que ocupa o centro do palco, mudando apenas de posição entre as cenas, talvez para representar a solidez, a fidelidade, assim como a flexibilidade de Titus, que perdoa quem lhe armara um complot num acesso de ciúme (Vittelia e Sesto). Maravilhoso. Paris 11.2017 Palais Garnier 4/5
Protagonistas:
Willy Decker (mise en scène)
Dan Ettinger (dirige a ONP) 
Michael Spyres (Tito)
Aleksandra Kurzak (Vitellia), 
Marianne Crebassa  (Sesto)
Valentina Nafornita (Servilia), 
Angela Brower (Annio)
Marko Mimica (Publio) 
Palais Garnier 
25/11/2017

 O ESPETÁCULO (TCE, 2017)

Ah, o início do segundo ato de La Clemenza de Tito, de Mozart! Que doçura, que graça espiritual que me lembrou as Paixões de Bach. Poucas vezes vi uma sala de ópera tão inflamada como esta noite. La Clemenza foi apresentada em versão de concerto, com toda a gente no palco, à vista de todos: orquestra, maestro, coro e solistas. Eu não conhecia esta opera seria de Mozart, que tem um libreto de que nada percebi (nem me interessou perceber) porque a força e a beleza da música de Mozart exprimem por si só todas as nuances da sensibilidade humana.
Eis os protagonistas da noite (as três solistas femininas foram particularmente ovacionadas, assim como Currentzis):
Teodor Currentzis & MusicAeterna
Maximilian Schmitt (Tito)
Karina Gauvin (Vitellia)
Stéphanie D’Oustrac (Sesto) 
Anna Lucia Richter (Servilia)
Jeanine De Bique (Annio)
Willard White (Publio)
Théâtre des Champs-Elysées
15 de setembro de 2017

BIBLIOTECA (2)

LA CLEMENZA DI TITO (1999)
Programa de espetáculo 
ONP 1999
BIBLIOTECA P

LA CLEMENZA DI TITO (2013)
Programa de espetáculo 
ONP, novembro de 2013
BIBLIOTECA F

THE TURN OF THE SCREW

 
 Britten: Owen Wingrave & The Turn of the Screw (1996)
L'Avant-scène Opéra nº 173 (1996)
BIBLIOTECA

IPHIGÉNIE EN TAURIDE (1779)

A OBRA (Gluck)

O ESPETÁCULO (Opéra-Comique, 2025)

O ESPETÁCULO (TCE, 2019)

Acho que nunca tinha visto uma encenação tão minimalista e austera quanto a de Robert Carsen para esta produção de Iphigénie en Tauride. Todas as personagens, incluindo cantores e dançarinos, vestem-se de negro ou cinzento e cinzentas são as quatro paredes e o chão onde estão escritos, a giz como numa lousa, os nomes dos protagonistas da tragédia (grega) familiar que atinge Iphigénie, primeiro num sonho depois na realidade: Agamemnon, Clytemnestra, Orestes e Iphigénie. Também Gluck reformou a ópera pela via da austeridade clássica: ação centrada em poucas personagens e espaços e num curto período temporal; e ausência de abertura e de interlúdios instrumentais para permitir a dança. Entre outras inovações para a época. Foi um ótimo espetáculo servido por por cantores excelentes, em especial Iphigénie. Paris Théâtre des Champs-Elysées 12.2019 NOTA 4,5/5

Mise en scène de Robert Carsen e coreografia de Philippe Giraudeau. Thomas Hengelbrock dirige o Ensemble e o Chœur Balthasar Neumann, com Gaëlle Arquez (Iphigénie), Stéphane Degout (Oreste) e Paolo Fanale (Pylade)


O ESPETÁCULO (Garnier, 2016)

Foi muito bom ouvir esta ópera de Gluck, um compositor fundamental que conheço muito mal. Baseada na obra de Eurípedes, com personagens associadas à guerra de Troia, a ação foi transposta pelo encenador Krzysztof Warlikowski para um lar da terceira idade. Vilipendiada na estreia em 2016, esta encenação é agora bem recebida por quase todos. Eu fico indiferente perante tal opção. Na verdade, Iphigénie en Tauride (1779), para mim, oferece momentos de canto belíssimos, cantados por Iphigénie (Véronique Gens, a melhor em palco), Oreste (Etienne Dupuis), Pylade (Stanislas de Barbeyrac) e pelo coro. Paris 12.2016 Palais Garnier 4/5

BIBLIOTECA (2)

Iphigénie en Tauride
Opéra-Comique, novembre 2025
BIBLIOTECA F

Sommaire:
La fabrique du spectacle 
Christoph Willibald Gluck
Lieux et personnages 
Réalités et significations du Sacrifice humain en Grèce Ancienne
Un nouveau modèle d'opéra français, par Gilbert Blin
Préface d'Alceste, Vienne, 1769, par C. W. Gluck
L'Opéra en 1779
Gluck ou la construction d'un génie dramatique,  par Julien Garde
À travers la presse de 1779
Figures de l'étranger chez Gluck, par Julien Garde
Culture et tragédie, par Roland Barthes
Livret Version Opéra-Comique octobre 2025
Les Artistes

Iphigénie en Tauride (1995)
ONP Bastille mai 1995
BIBLIOTECA F

Sommaire:

Argument
Petit lexique de mythologie
Iphigénie en Tauride - Euripide
Christophe Willibald Gluck - Romain Rolland
La répétition générale d'Iphigénie en Tauride - Adolphe Adam
Gluck et Piccinni - Gustave Desnoireterres
Avant-propos à l'édition Henry Lemoine de 1900 - F.-A. Gevaert

L'oeuvre à l'affiche de l'Opéra de Paris
Discographie - Alfred Caron

Livret

OPÉRETTE Bibliografia OPERETA

L'Opérette en France (1997), de Benoît Duteurtre, é um livro que se lê com enorme prazer, apesar da sucessão de autores e obras (e datas) que por momentos podem tornar a leitura menos interessante. Mas a opereta (e outros géneros adjacentes) teve um século de grande criatividade e popularidade e, ao contrário da ópera, dixou de fazer parte da paisagem musical francesa e europeia. Mesmo o musical anglo-saxónico não vinga muito fora dos seus países de origem. Mas enquanto este está vivo e se renova, a opereta deixou de existir como género de teatro musical regularmente presente nos teatros. Mas desde que foi inventada no meio do século 20, por Hervé e Offenbach, a opérette nunca deixou de se renovar e adaptar às mudanças da sociedade, até aos anos 50, últimos anos de sua popularidade. Vila do Conde 12.2019 5/5

DER RHEINGOLD (1869)

A OBRA

Prólogo da tetralogia O Anel dos Nibelungos COMPOSITOR Richard Wagner LIBRETO Richard Wagner CRIAÇÃO Bayreuth

O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)

L'OR DU RHIN

DIREÇÃO Pablo Heras-Casado, Orchestre de l’Opéra national de Paris ENCENAÇÃO Calixto Bieito INTÉRPRETES Iain Paterson (Wotan), Simon O’Neill (Loge), Brian Mulligan (Alberich), Eve-Maud Hubeaux (Fricka), Marie-Nicole Lemieux (Erda) Florent Mbia, (Donner), Matthews Cairns (Froh) Kwgangchul Youn (Fasolt), Mika Kares (Fafner), Gerhard Siegel (Mime), Eliza Boon (Freia), Margarita Polonskaya (Woglinde), Isabel Signoret (Wellgunde), Katharina Magiera (Fosshilde) VISTO Paris 11.02.2025 Bastille NOTA 4/5

O PROGRAMA (Bastille, 2025)

BIBLIOTECA

Leituras 2025


MÉDÉE (1797)


A OBRA (Paris, 1797)

Opéra comique en trois actes COMPOSITOR: Luigi Cherubini LIBRETO: François-Benoît Hoffman CRIAÇÃO: Paris, Théâtre Feydeau, 13 mars 1797

Versão Alemã: Francfurt 1855, recitativos em alemão de Franz Lachner

Versão Italiana: Scala de Milan 1909, tradução em italiano da versão alemã. Versão mais representada no século XX. 

O ESPETÁCULO (TCE, 2026)

INTÉRPRETES Marina Rebeka | Médée Julien Behr | Jason Mélissa Petit | Dircé Patrick Bolleire | Créon Marie-Andrée Bouchard-Lesieur | Néris Hélène Carpentier | Première suivante de la suite de Dircé Margaux Poguet | Deuxième suivante de la suite de Dircé Pierre Gennai | Coryphée Le Concert de la Loge Julien Chauvin | direction Les Chantres du Centre de musique baroque de Versailles | direction Fabien Armengaud Chanté en français, surtitré
Marina Rebeka (Médée)


Paris 11.02.2026 Théâtre des Champs-Élysées


O ESPETÁCULO (OC, 2025)

ENCENAÇÃO: Marie-Ève Signeyrole DIR. MUSICAL: Laurence Equilbey INTÉRPRETEVIS Joyce El-Khoury (Médée), Julien Behr (Jason)

VISTO: Paris 8.03.2025 Opéra-Comique 


Médée 

Christophe Rousset, 2011, DVD Belair

DVDTECA 


PROGRAMA DE ESPETÁCULO (OC, 2025)

PROGRAMME
Opéra Comique, février 2025
BIBLIOTECA F
Leituras 2025 & 2026
ÍNDICE:
À lire avant le spectacle, de Agnès Terrier
Argument
Une partition théâtrale, entrevista com Laurence Equilbey
Le Mythe aujourd'hui, entrevista com Marie-Eve Signeyrole

La fabrique du spectacle, fotografias

Aux Origines de l'œuvre 
Luigi Cherubini
Le Maître des Romantiques
Lieux et personnages 
Le mythe au défi de la scène 
Création et réception de Médée en 1797, de Maxime Margollé
Les clés du dénouement de Médée, de Michael Fend
À travers la presse de 1997
La douleur d'une mère
Livret
Les Artistes

LEITURA: Excellent dossier sur l'œuvre et le spectacle. J'attendais plus d'informations sur les versions allemande (1855) et italienne (1909), qui ont été plus représentées que la version originale.

GRISÉLIDIS

GRISÉLIDIS
BIBLIOTECA

GRISÉLIDIS
NT


Le Billet d'opera (2000)

Les petits guides de l'opéra
BIBLIOTECA F