Cain Overo il Primo Omicidio Overo Cain, Palais Garnier 2019, Mise en scène de Romeo Castellucci, Direction musicale de René Jacobs, com Birgitte Christensen, Robert Gleadow, Kristina Hammarstrom, Benno Schachtner, Olivia Vermeulen, Thomas Walker
IL PRIMO OMICIDIO (1707)
Cain Overo il Primo Omicidio Overo Cain, Palais Garnier 2019, Mise en scène de Romeo Castellucci, Direction musicale de René Jacobs, com Birgitte Christensen, Robert Gleadow, Kristina Hammarstrom, Benno Schachtner, Olivia Vermeulen, Thomas Walker
Le Postillon de Lonjumeau (Adam, 1836)
THE MIKADO (Gilbert & Sullivan, 1885)
Fortunio (André Messager, 1907)
Le Testament de tante Caroline (1932)
Rusalka (Bastille, 2019)
ANDRÉA CHÉNIER (1896)
A OBRA (Umberto Giordano, 1896)
O ESPETÁCULO (Covent Garden, 2019)
André Chénier (1762-1794) foi um poeta condenado à morte no tempo da Revolução Francesa. Um século depois da sua morte, ele torna-se protagonista de uma das óperas veristas mais conhecidas e ainda hoje no repertório dos grandes teatros. A história centra-se no trio formado por Chénier, Maddalena de Coigny e Carlo Gérard. Chénier e Maddalena amam-se e Gérard, que tem o poder do seu lado, deseja Maddalena. Esta acaba por acompanhar Chénier no momento da morte: ambos morrem na guilhotina. A ópera é interessante sobretudo pelas árias que se tornaram famosas: "La mamma morta" (Maddalena) e "Come un bel dì di maggio" (Chénier). Na produção que vi no Covent Garden, uma reprise da encenação de David McVicar, os pouco conhecidos Dimitri Platanias (Gérard) e Sondra Radvanovsky (Maddalena) ofuscaram a estrela Roberto Alagna (Chénier). Radvanovsky recebeu a maior ovação da noite depois de cantar "La mamma morta". Daniel Oren foi o maestro do espetáculo. Londres 06.2019 Covent garden 3,5/5
BIBLIOTECA
Andréa Chénier, ONP 2009 P
LA FORZA DEL DESTINO (1869)
IPHIGÉNIE EN TAURIDE (1779)
Acho que nunca tinha visto uma encenação tão minimalista e austera quanto a de Robert Carsen para esta produção de Iphigénie en Tauride. Todas as personagens, incluindo cantores e dançarinos, vestem-se de negro ou cinzento e cinzentas são as quatro paredes e o chão onde estão escritos, a giz como numa lousa, os nomes dos protagonistas da tragédia (grega) familiar que atinge Iphigénie, primeiro num sonho depois na realidade: Agamemnon, Clytemnestra, Orestes e Iphigénie. Também Gluck reformou a ópera pela via da austeridade clássica: ação centrada em poucas personagens e espaços e num curto período temporal; e ausência de abertura e de interlúdios instrumentais para permitir a dança. Entre outras inovações para a época. Foi um ótimo espetáculo servido por por cantores excelentes, em especial Iphigénie. Paris Théâtre des Champs-Elysées 12.2019 NOTA 4,5/5
Mise en scène de Robert Carsen e coreografia de Philippe Giraudeau. Thomas Hengelbrock dirige o Ensemble e o Chœur Balthasar Neumann, com Gaëlle Arquez (Iphigénie), Stéphane Degout (Oreste) e Paolo Fanale (Pylade)
O ESPETÁCULO (Garnier, 2016)
BIBLIOTECA (2)
A DAMA DE ESPADAS (1890)
O ESPETÁCULO
MADAME BUTTERFLY (1904)
A OBRA (Puccini, 1904)
ÍTULO: Madame Butterfly COMPOSITOR: Giacomo PUCCINI ANO: 1904 LIBRETO: Giuseppe Giacosa e Luigi Illica, baseado na peça de David Belasco (1900), adaptada do conto de John Luther Long (1898, cujas fontes inclui o romance de Pierre Loti, Madame Chrysanthème, 1888) OBRA: Ópera em três actos. CRIAÇÃO: La Scala de Milan, 1904
O ESPETÁCULO (Bastille, 2024)
LOCAL: Opéra Bastille COMPANHIA: Opéra national de Paris, setembro de 2024 ENCENAÇÃO: Robert Wilson (1993) CENÁRIO: Robert Wilson FIGURINOS: Frida Parmeggiani LUZES: Heinrich Brunke, Robert Wilson COROGRAFIA: Suzushi Hanayagi DRAMATURGIA: Holm Keller
INTÉRPRETES: Eleonora Buratto & Elena Stikhina/Cio-Cio-San, Aude Extrémo/Suzuki, Stefan Pop/F.B. Pinkerton, Christopher Maltman/Sharpless, Carlo Bosi/Goro, Sofia Anisimova/Kate Pinkerton, Kim Young-Woo/Yakusidè
CORO: Chœurs de l’Opéra national de Paris (Chef des Chœurs : Alessandro Di Stefano) ORQUESTRA: Orchestre de l’Opéra National de Paris DIREÇÃO: Speranza Scappucci
O ESPETÁCULO (Bastille, 2019)
Depuis beaucoup d'années Madame Butterfly est mon opéra préféré. C'est le plus émouvant, le seule qui me fait pleurer.
BILLY BUDD
MANON (1894)
- DIREÇÃO MUSICAL Pierre Dumoussaud, Orchestre et Chœurs de l’Opéra national de Paris INTÉRPRETES Amina Edris (Manon), Benjamin Bernheim (Chevalier des Grieux), Andrzej Filonczyk (Lescaut) VISTO Opéra Bastille 26.05.2025
- DIREÇÃO MUSICAL Pierre Dumoussaud, Orchestre et Chœurs de l’Opéra national de Paris INTÉRPRETES Amina Edris (Manon), Roberto Alagna (Chevalier des Grieux), Andrzej Filonczyk (Lescaut) VISTO Opéra Bastille 1
HYPPOLYTE ET ARICIE (Rameau, 1733)
Hyppolyte et Aricie (TCE, 2019)
Platée (TCE, 2019)
DON PASQUALE (1843)
Evelino Pidò (direção musical), Damiano Michieletto (encenação), com Bryn Terfel (Don Pasquale), Olga Peretyatko (Norina), Markus Werba (Dottor Malatesta), Ioan Hotea (Ernesto), Bryan Secombe (um notário).
DON GIOVANNI (1787)
OTELLO (1887)
TOSCA (1900)
ARIADNE AUF NAXOS (1912)
Ariadne auf Naxos (Strauss). Jérémie Rhorer (direção musical) & Orchestre de chambre de Paris. Katie Mitchell (encenação), Camilla Nylund (Ariane), Roberto Saccà (Baco) Kate Lindsey (o compositor), Olga Pudova (Zerbinetta).







































