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La Vie Parisienne (Offenbach,1866)









Direction musicale : Alexandra Cravero

Mise en scène Valérie Lesort

Décors: Éric Ruf

ROBINSON CRUSOÉ (J. Offenbach, 1867)

A OBRA (Jacques Offenbach)

O ESPETÁCULO (TCE, 2025)



ROBINSON CRUSOÉ (Offenbach, 1867)
Programa de Espetáculo
TCE, décembre 2025
BIBLIOTECA F

Avant-Scène Opéra nº 346, 2025
NT

Offenbach ou la joie de vivre (Claude Dufresne, 1998)

Offenbach é um dos compositores mais parisienses de sempre, mas ele nasceu na Alemanha e passou a infância em Colónia. Ainda adolescente, ele viaja com um irmão e com o pai para Paris para tentar carreira na música. Era um excelente violoncelista e pouco a pouco integrou-se no meio musical da cidade. Muitos anos depois praticamente criou um novo género musical, a opereta, ou pelo menos compôs os melhores exemplos desse género: Orphée aux Enfers (1858), La Grande-Duchesse de Gerolstein (1867), La Vie Parisienne (1866), La Belle Hélène (1864). Pouco antes de morrer, completou a sua obra-prima, a ópera Contes d'Hoffman (1881), que se estreou na Opéra-Comique com grande êxito. Jacques Offenbach criou obras-primas plenas de humor e de sátira social e política. Foi um notável observador da sua sociedade e, ainda que algumas das suas operetas se passem no passado, as personagens e a ação referem-se ao mundo contemporâneo do compositor. Claude Dufresne escreveu uma biografia de fácil e agradável leitura, que fornece um panorama completo e inteligente da vida e da obra de Offenbach. Paris 11.2016 3,5/5

LA BELLE HÉLÈNE (1864)

A OBRA (Offenbach, 1864)
COMPOSITOR Jacques Offenbach LIBRETO CRIAÇÃO Paris: Théâtre des Variétés 12.1864

O ESPETÁCULO (TCE, 2021)

La Belle Hélène é uma das obras mais celebradas de Offenbach, com várias árias famosas. No entanto, preferi a opereta de Charles Lecocq que vira no dia anterior porque o espetáculo foi sem dúvida muito superior. Na Belle Hélène há um evidente desequilíbrio entre os momentos musicais e os momentos falados, que tiveram de ser adaptados à nossa atualidade. A música é excelente e gostei de ouvir as árias que só conhecia do disco. Mas as intervenções faladas são longas e entediantes. Foi uma versão de concerto (que antecede a versão cénica em Lille, para breve). Parece me que Offenbach precisa de uma representação visual e teatral para ser devidamente apreciado. Paris 2021 Théâtre des Champs-Elysées 3/5

Direção musical de Alexandre Bloch & Orchestre National de Lille e Chœur Septentrion, com a mezzo-soprano Gaëlle Arquez (Hélène) e Cyrille Dubois (Pâris).

O ESPETÁCULO (T. Châtelet, 2015)
La Belle Hélène é uma opereta muito conhecida de Offenbach que parodia com bastante humor o mundo da ópera séria e também o mundo da antiguidade clássica. Os encenadores desta produção, Giorgio Barberio Corsetti e Pierrick Sorin, foram muito felizes ao recorrerem às novas tecnologias para encenar esta obra do século XIX. O espetador pode ver a ação em dois planos: um inferior constituído pelo palco com fundo azul, e outro superior, com um ecrã tripartido que projeta o que se passa no palco mas com um fundo preenchido. Já tinha vista este procedimento noutra produção assinada pelos mesmos encenadores, e apesar de não ser novidade, consegue sempre surpreender e encantar os espetadores. Mais uma vez o Châtelet acertou. Paris 06.2015 Châtelet 5/5

BIBLIOTECA

La Belle Hélène (2001)
Programme TC 2001)  

LA BELLE HÉLÈNE (1999)
Programme Festival d'Aix-en-Provence 1999
BIBLIOTECA F

Biblioteca J. OFFENBACH

JACQUES OFFENBACH
Ensaio de Jean-Claude Yon
Biographies nrf Gallimard 2000
BIBLIOTECA

Operetas de Offenbach & Wachs (2020)

Duas breves operetas francesas que foram um grande sucesso no século 19 são ressuscitadas num espetáculo divertido e ligeiro. Pelo menos uma canção, o dueto «Je suis alsacienne, je suis alsacien» fica de imediato no ouvido. Do compositor Frédéric Wachs vimos Un mari dans la serrure (1876), de Offenbach vimos Lischen et Fritzchen (1863). Dois únicos cantores asseguraram este espetáculo: a sensacional mezzo Adriana Bignagni e Damien Bigourdan, acompanhados pelo pianista Jean-Marc Fontana. Paris, março de 2020, Théâtre Marigny 3/5

LA PÉRICHOLE (Offenbach)

O ESPETÁCULO (TCE, 2022)




O ESPETÁCULO (Opéra-Comique, 2022)
LA PÉRICHOLE

06.2022 ?


DISCOTECA

LA PÉRICHOLE (1977)

Direção musical de Alain Lombard ‎& Orchestre Philharmonique De Strasbourg, Solistes, Chœurs De L'Opéra Du Rhin

Com Régine Crespin, Alain Vanzo, Jules Bastin, Alain Decaux

Box 2LP vinil Erato 1977

DISCOTECA


La Perichole: Markevitch/1958ext 

DISCOTECA


L'Avant-scène Opéra nº 66 août 1984
BIBLIOTECA

JANE RHODES

Offenbach: Airs d'Opérettes (1979)
Orchestre De Bordeaux Aquitaine, Roberto Benzi
EMI 1980, gravações de 1979

Tenho reedição CD EMI Classics 1986
K7 Cassete EMI La Voix de Son Maître 1980
Edição original
DISCOTECA

JODIE DEVOS

Libramont, Wallonie, Bélgica 1988-2024




Offenbach Coloratura (2018)
CD digipack Alpha Classics 2018
DISCOTECA