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ŒDIPE (1936)

A OBRA (Enescu, 1936)
Œdipe, op. 23 GÉNERO Tragédie lyrique en quatre actes et six tableaux COMPOSITOR Georges Enesco (escrita de 1911 a 1931) LIBRETO Edmond Fleg (francês) CRIAÇÃO Paris: Palais Garnier 13.03.1936, direção musical de Philippe Gaubert, com André Pernet (Édipo)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2021)
Opéra de Paris Palais Garnier 2021 encenação de Wajdi Mouawad

ARIANE ET BARBE-BLEUE (1907)

Ariane et Barbe-Bleue (Paul Dukas, 1907)

Esta ópera adapta a famosa história do Barba-Azul, um autêntico ogre que colecionava mulheres no seu castelo. O libreto é de Maurice Materlinck, um dos grandes poetas que serviu a ópera. Paul Dukas envolve o poema com uma manta musical rafinada, que lembra Debussy, portanto longe do verismo também contemporâneo. Belo espetáculo. Melun 04.2021 TV 3,5/5
Ariane et Barbe-Bleue (Paul Dukas), encenação de Stefano Poda, direção de Pascal Rophé & Orchestre du Capitole de Toulouse. Personagens: Ariane (Sophie Koch), Barbe-Bleue (Vincent Le Texier), La Nourrice (Janina Baechle).

Indigo (2016)

Gostei de ver e ouvir esta ópera contemporânea vinda da Finlândia. Indigo, criada em 2016, tem música de Perttu Kivilaakso e Eicca Toppinen (dois elementos da banda de metal APOCALYPTICA) e o libreto em inglês é de Sami Parkkinen. A criação ocorreu em Helsínquia, na Ópera Nacional Finlandesa. A história articula o íntimo (há um casal de apaixonados) e o coletivo (que envolve a disputa pelo domínio de uma tecnologia que tem efeitos globais). Gostaria de ver este espetáculo num teatro. Melun 05.2021 TV 3/5

Powder Her Face (L'Athenée, 2021)

Finalmente vejo esta ópera contemporânea tão falada e aclamada de Adès. A protagonista é uma socialite britânica que ficou nos anais do gossip pelas suas aventuras sexuais. Um compositor francês nunca escolheria um assunto tão pop, por isso é que gosto dos anglo-saxónicos no que respeita à ópera de hoje. A Powder Her Face (1995)  que vi no Athénée é uma produção da Neue Oper Freiburg, teve direção musical de Jérôme Kuhn e mise en scène de Julien Chavaz. Atuou a Orchestre de chambre fribourgeois. Paris 09.2021 L'Athenée 4/5

V’lan dans l’œil (Hervé, 1867)

V’lan dans l’œil (inicialmente intitulado L'œil crevé) é uma ópera bufa, o primeiro grande sucesso de Hervé, o pai da opereta. A sua apresentação hoje é um exercício de arqueologia artística. Foi um espetáculo de massas, tornou se uma curiosidade para um público especializado. Os números falados são por vezes penosos, histriónicos, mas quando a música começa os momentos de graça multiplicam-se. Música de inspiração popular, campesina, mas com uma orquestração erudita, de que gosto cada vez mais. Paris 06.2021 Théâtre du Châtelet 3,5/5

Cupid & Death (Athénée, 2021)

Cupid & Death (Athénée, 2021)

Cupid & Death 2021, mask de James Shirley, Matthew Locke, Christopher Gibbons. Ensemble Correspondances, direção musical de Sébastien Daucé, mise en scène de Jos Houben, Emily Wilson, Athénée Théâtre Louis-Jouvet 2021

LA BELLE HÉLÈNE (1864)

A OBRA (Offenbach, 1864)
COMPOSITOR Jacques Offenbach LIBRETO CRIAÇÃO Paris: Théâtre des Variétés 12.1864

O ESPETÁCULO (TCE, 2021)

La Belle Hélène é uma das obras mais celebradas de Offenbach, com várias árias famosas. No entanto, preferi a opereta de Charles Lecocq que vira no dia anterior porque o espetáculo foi sem dúvida muito superior. Na Belle Hélène há um evidente desequilíbrio entre os momentos musicais e os momentos falados, que tiveram de ser adaptados à nossa atualidade. A música é excelente e gostei de ouvir as árias que só conhecia do disco. Mas as intervenções faladas são longas e entediantes. Foi uma versão de concerto (que antecede a versão cénica em Lille, para breve). Parece me que Offenbach precisa de uma representação visual e teatral para ser devidamente apreciado. Paris 2021 Théâtre des Champs-Elysées 3/5

Direção musical de Alexandre Bloch & Orchestre National de Lille e Chœur Septentrion, com a mezzo-soprano Gaëlle Arquez (Hélène) e Cyrille Dubois (Pâris).

O ESPETÁCULO (T. Châtelet, 2015)
La Belle Hélène é uma opereta muito conhecida de Offenbach que parodia com bastante humor o mundo da ópera séria e também o mundo da antiguidade clássica. Os encenadores desta produção, Giorgio Barberio Corsetti e Pierrick Sorin, foram muito felizes ao recorrerem às novas tecnologias para encenar esta obra do século XIX. O espetador pode ver a ação em dois planos: um inferior constituído pelo palco com fundo azul, e outro superior, com um ecrã tripartido que projeta o que se passa no palco mas com um fundo preenchido. Já tinha vista este procedimento noutra produção assinada pelos mesmos encenadores, e apesar de não ser novidade, consegue sempre surpreender e encantar os espetadores. Mais uma vez o Châtelet acertou. Paris 06.2015 Châtelet 5/5

BIBLIOTECA

La Belle Hélène (2001)
Programme TC 2001)  

LA BELLE HÉLÈNE (1999)
Programme Festival d'Aix-en-Provence 1999
BIBLIOTECA F

PELLÉAS ET MELISANDE (1902)

A OBRA (Debussy1902)

GÉNERO Drame lyrique en cinq actes et douze tableaux COMPOSITOR Claude Debussy LIBRETO Poème de Maurice Maeterlinck CRIAÇÃO Paris 30.04.1902 l’Opéra-Comique

O ESPETÁCULO (Bastille, 2025)



PRODUÇÃO Opéra National de Paris CRIAÇÃO Paris 28.02.2025 Opéra Bastille ENCENAÇÃO Wajdi Mouawad
INTÉRPRETES Pelléas: Huw Montague Rendall, Golaud: Gordon Bintner, Arkel: Jean Teitgen, Le petit Yniold: Anne-Blanche Trillaud Ruggeri, Un Médecin: Amin Ahangaran, Mélisande: Sabine Devieilhe, Geneviève: Sophie Koch  ORQUESTRA Orchestre et Chœurs de l’Opéra national de Paris  DIREÇÃO MUSICAL Antonello Manacorda
VISTO Paris 09.03.2025 Opéra Bastille NOTA 4/5


O ESPETÁCULO (TCE, 2021) 

Uma das óperas que aprendi a amar e admirar mais a cada nova visão. 
Pelléas et Mélisande 2021, direção musical de François-Xavier Roth & Les Siècles, encenação de Eric Ruf, com Patricia Petitbon e Vannina Santoni  (Melisande), Stanislas de Barbeyrac (Pélleas), Simon Keenlyside (Golaud), Jean Teitgen (Arkel), Lucile Richardot (Geneviève), Paris 11/10/2021 TCE 4/5

O ESPETÁCULO (TCE, 2018) 
Basta uma estrela, ou uma artista excepcional (Sabine Devieilhe), para termos uma razão de assistir novamente, meses depois, a Pelléas et Mélisande, a ópera de Debussy. Foi muito bom. Paris 05.2018 Théâtre des Champs Elysées 4/5
Benjamin Levy
(direção musical)
& 
Orchestre de Chambre Pelléas
Elenco:
Sabine Devieilhe (Melisande)
Etienne Dupuis (Pélleas)
Alain Buet(Golaud)
Jérôme Varnier(Arkel)
Sylvie Brunet-Grupposo (Geneviève)
Camille Poul (Yniold)
Virgile Ancely (o médico)


O ESPETÁCULO (Bastille, 2017)

Esperei uma vida para ver Pélleas et Melisande, a obra-prima de Claude Debussy, mas este ano essa oportunidade finalmente chegou, ainda por cima a dobrar. Há meses no Théâtre des Champs-Elysées, com Patricia Petibon como Melisande, e hoje na Bastille com Robert Wilson na direção cénica. Duas excelentes produções. Mas desta vez é o encenador que leva a palma. Por uma vez, fiz questão de ouver a ópera de olhos bem abertos pois nada queria perder do que se passava no palco. Passa-se pouco (nunca vi palco mais despojado), e o movimento dos cantores é reduzido ao mínimo. Mas nada poderia ser mais expressivo do que este trabalho minimalista de Bob Wilson. A gestualidade dos cantores remete tanto para a cultura japonesa como para o movimento dos pássaros. A lentidão dos movimentos é soberana. Um dos melhores espetáculos que me foi dado a ver. Paris 10.2017 Bastille 4,5/5

O ESPETÁCULO (TCE, 2017)
Finalmente consegui ver Pélleas et Melisande, a obra-prima lírica de Claude Debussy. Parece uma mélodie ininterrupta, refinada, sensual, evanescente: uma obra em que o tecido orquestral é o centro do interesse. Esta nova produção é excelente: Eric Ruf, da Comédie Française, assina a mise en scène e a scénographie, Louis Langrée dirige a Orchestre National de France, e são excelentes os três intérpretes principais (Patricia Petibon, Jean-Sébastien Bou e Kyle Ketelsen). Paris 05.2017 TCE 4,5/5

DER FLIEGENDE HOLLÄNDER (1843)

A OBRA (Wagner, 1843)
O NAVIO FANTASMA

Le Vaisseau Fantôme (Wagner, 1843)

Der Fliegende Holländer (Wagner, 2021)

Bela produção (encenação e cenários) de uma obra inicial e menos representada de Wagner, que se baseia numa lenda recente sobre um capitão de navio condenado a atrair para a morte outras embarcações. A sua punição (e dos seus próprios marinheiros) só terminará quando encontrar uma mulher (Senta) que aceite acompanhá-lo na morte. Paris 10.2021 Bastille 4,5/5

Der Fliegende Holländer. Hannu Lintu & Opéra National de Paris (Bastille). Encenação de Willy Decker, com Tomasz Konieczny (Holandês), Günther Groissböck (Daland), Ricarda Merbeth (Senta), Michael Weinius (Erik). 


DISCOTECA

THE FLYING DUTCHMAN Highlights
New Philharmonia Orchestra, Otto Klemperer
Theo Adam, Anja Silja, Martti Talvela, Gerhard Unger, Ernst Kozub, Annelies Burmeister
LP Vinil His Master's Voice 1972
DISCOTECA P

Edward Gardner, The Norwegian Opera and Ballet Orchestra 

Gerald Finley (Dutchman), LiseDavidsen (Senta), Anna Kissjudit, Stanislas De Barbeyrac, Eirik Grøtvedt, Brindley Sherratt…
2CD Decca 2025
Diapason d'or de l'année 2025
NT

Dorati/1960
DISCOTECA

The Flying Dutchman (Opera Guide, 1982)
Opera Guide n°12, 1982
BIBLIOTECA

LA SONNAMBULA (1831)

A OBRA (Bellini, 1831)

O ESPETÁCULO (TCE, 2021)

Foi muito bom voltar a assistir a um clássico do bel canto romântico. Neste subgenero lírico o que conta são as vozes, e foi bom ouvir Pretty Yende no papel de Amina, a jovem que perde o noivo por causa do seu problema de sonambulismo. A direção musical esteve a cargo de Riccardo Frizza, que dirigiu a Orchestre de chambre de Paris, a encenação é de Rolando Villazón. Com Pretty Yende (Amina), Alexander Tsymbalyuk (Rodolfo), Francesco Demuro (Elvino), Annunziata Vestri (Teresa), Sandra Hamaoui (Lisa), Marc Scoffoni (Alessio). Paris 06.2021 TCE 4,5/5

O ESPETÁCULO (TN São Carlos, 1996)



DISCOTECA (1)

La Sonnambula (2008)
De Marchi & Bartoli 2008
DISCOTECA


BIBLIOTECA (1)

LA SONNAMBULA (1997)
L' Avant-scène nº 178, juil-aout 1997
BIBLIOTECA
Leitura, abril de 2023

EUGENE ONÉGUINE (1879)

A OBRA (Tchaikovsky, 1879)

O ESPETÁCULO (TCE, 2021)
Eugène Onéguine 2021, Théâtre des Champs-Élysées, encenação de Stéphane Braunschweig, Karina Canellakis & Orchestre National de France, Chœur de l’Opéra national de Bordeaux, intérpretes: Sébastien Bou (Onéguine), Gelena Gaskarova (Tatiana), Alisa Kolosova (Olga), Jean François Borras (Lenski), Jean Teitgen (Grémine), Mireille Delunsch (Madame Larina), Delphine Haldan, Marcel Beekman (Monsieur Friquet)

O ESPETÁCULO (TCE, 2017)
Eugène Onéguine (Peter Mattei) é um jovem que não se quer comprometer nos assuntos do amor, recusando o amor de Tatiana (Nicole Car), irmã de Olga (Varduhi Abrahamyan), noiva do seu amigo Lenski (Peter Cernoch). Mais tarde, anos depois de Onéguine ter morto Lenski num duelo, é Tatiana que recusa o amor dele. Esta ópera adapta livremente uma obra de Puchkine, e foi musicada por Piotr Ilitch Tchaïkovski. Gostei muito da recente produção da ópera de la Bastille, que repõe uma antiga (1995) encenação de Willy Decker. Paris 06.2017 Bastille 4/5

DISCOTECA (2)

EUGENE ONÉGUINE (1974)
CDD digipak Decca Opéra Rouge 1997
CD-Livro Decca «Grande Ópera» 1999 (extractos)

Georg Solti & Orchestra and Chorus of the Royal Opera House, Covent Garden 1974
Com  Teresa Kubiak (Tatyana), Bernd Weikl (Eugene Onegin), Stuart Burrows (Lensky), 
Julia Hamari (Olga), Nicolai Ghiaurov (Gremin), Enid Hartle (Filipyevna), Anna Reynolds (Larina)

EUGÈNE ONÉGUINE (1955)
CD digipak Diapason "Les Indispensables" 2011
DISCOTECA
Boris Khaïkine & Orquestra do Bolchoi 1955
Com Galina Vichnievskaïa (Tatiana), Evgueni Belov (Eugene Onegin), Sergueï Lemechev (Lenski)

BIBLIOTECA (2)
Eugène Oneguine, ONP 1995 P
Eugène Oneguine, ONP 2010 P 
Eugène Oneguine, ONP 2026 F

L'ORFEO (1607)

A OBRA L'Orfeo (Monteverdi, 1607)
L'Orfeo (Opéra Comique, 2021)

Com uma encenação minimalista (pobre?) de Pauline Bayle, Jordi Savall, La Capella Reial de Catalunya e Le Concert des Nations apresentam na Opéra-Comique a primeira ópera importante da história (1607). Não é totalmente moderna, mantendo vários elementos da música renascentista, mas é revolucionária para a época e ainda hoje comove. Como as árias de Orfeo, cantadas aqui pelo excelente Marc Mauillon. Paris 06.2021 Opéra-Comique 4/5

DISCOTECA:

CD Digipak Brilliant
Gravação 2006
Sergio Vartolo
DISCOTECA
L'ORFEO (1969)
CD-Livre Teldec Opéra Collection Barroco Vol. 2 (1996)
Reedição, original de 1969
DISCOTECA 

Jürgen Jürgens
CD Archiv 1974
DISCOTECA vinil???

L'ELISIR D'AMORE (1832)

A OBRA (Donizetti, 1832)

O ESPETÁCULO (Bastille, 2021)
Elisir d’amore 
Opéra Bastille 2021

Uma ópera de Donizetti na Póvoa! Quem diria? Em versão de concerto, mas interessante do princípio ao fim. Devia recorrer-se mais, muito mais, às versões de concerto em Portugal porque o conhecimento desta arte entre nós é escandalosamente reduzido. Estou habituado a ver também peças de teatro com um mínimo de adereços mas isso nada afecta a fruição da obra. A soprano Raquel Camarinha é o centro desta produção e ainda há poucos anos protagonizou neste mesmo teatro a Voix Humaine, de Poulenc. Que continue a vir cá é o que eu desejo... PV 08.2021 Garrett 4/5

Os amores difíceis de Nemorino e Adina, que um elixir mágico (mas falso) vai unir. O momento alto, de longe o mais aplaudido, foi Una furtiva lagrima, cantado por Vittorio Grigolo. Paris 11.2018 Opéra Bastille 4/5
L'Elisir d'Amore, de Gaetano Donizetti, libreto de Felice Romani Opéra National de Paris, mise en scène de Laurent Pelly, com Vittorio Grigolo (Nemorino), Lisette Oropesa (Adina), Gabriele Viviani (Docteur Dulcamara), Bastille 25/11/18

L'Elisir d'amore (Gaetano Donizetti)
Cantores: Liparit Avetisyan (Nemorino) & Pretty Yende (Adina)
Encenação: Laurent Pelly
Direção: Bertrand de Billy
Royal Opera House, 05.2017


RIGOLETTO (1851)

A OBRA
Melodrama em três actos e quatro quadros COMPOSITOR: Giuseppe Verdi LIBRETO: Francesco Maria Piave, baseado em Le Roi s'amuse (Victor Hugo)

O ESPETÁCULO (Paris, 2024)
Paris, Opéra Bastille 7.12.2024
Domingo Hindoyan, diretor musical
Claus Guth, encenador

Intérpretes:
Roman Burdenko, Rigoletto
Liparit Avetisyan, Duc de Mantoue
Rosa Feola, Gilda
Goderdzi Janelidze, Sparafucile 
Aude Extrémo, Maddalena

O ESPETÁCULO (Paris, 2021)
Bastille, maio de 2021
A Opéra de Paris repõe um ano depois esta produção de Rigoletto (1851). Continua a valer a pena pelos intérpretes líricos, mas não pela encenação de Claus Guth. Paris, junho? 2017 Bastille 3,5/5
Daniele Ruistoni, diretor musical
Claus Guth, encenador

Intérpretes:
Željko Lučić, Rigoletto
Vittorio Grigolo, Duc de Mantoue
Nadine Sierra, Gilda
Kwangchul Youn, Sparafucile 
Elena Maximova, Maddalena

ESPETÁCULO (Paris, 2021)
Encenação de Claus Guth, Opéra de Bastille 2021, com Ludovic Tézier (Rigoletto), Nadine Sierra (Gilda), Dmitry Korchak (Il Duca di Mantova),  Goderdzi Janelidze (Sparafucile), Bogdan Talos (Monterone), Justina Gringyté (Maddalena), Cassandre Berthon (Giovanna)

O ESPETÁCULO (TCE, 2018)
Rigoletto é a história de uma tragédia familiar, com pormenores crueis. Rigoletto é um bobo da corte, menosprezado por todos, que vive inteiramente para a filha. Um grupo de homens resolve raptar e violar a mulher pensando que ela é amante de Rigoletto. Este vinga-se pagando para matar o pretendente da filha mas é esta que acaba por morrer. Assisti a uma versão de concerto que não dispensa pitada do drama intenso que vivem as personagens pois os cantores-atores encarnam a história com talento. Melhor aliás do que o espetáculo que vira há pouco tempo na Bastille. Paris 10.2018 Théâtre des Champs-Élysées 4/5
Elenco: Simon Keenlyside (Rigoletto), Ekaterina Siurina (Gilda), Saimir Pirgu (Il Duca di Mantova), Stanislav Trofimov Sparafucile  Alisa Kolosova (Maddalena), Pietro Picone (Matteo Borsa), Carlo Cigni (Il Conte di Monterone), Andrea Borghini (Marullo), Kiril Chobanov  (Il Comte di Ceprano / Usciere), Alexandra Scholik (Giovanna / La Comtessa di Ceprano / Paggio).
Gustavo Gimeno (direção) & Orchestre Philharmonique du Luxembourg  & Philharmonia Chor Wien

O ESPETÁCULO (Paris, 2017)
Paris: Opéra BASTILLE, 2017

O ESPETÁCULO (Paris, 2016)
Rigoletto de Verdi é uma sucessão de momentos de bravura como só de Verdi se poderia esperar. A ópera de Paris apostou forte em Verdi neste final de temporada, pois nas próximas semanas Aída e La Traviata prometem emoções líricas intensas aos felizardos que esgotaram há meses todas as récitas. Quanto ao presente Rigoletto, a encenação é meio inexpressiva (uma enorme caixa de papelão que se fecha no final) só restando contar com o canto para gozar o espetáculo. Todos os cantores, coro incluído, estiveram muito bem. Os principais cantores estiveram divinos e arrancaram muitos bravos da plateia. Merecidos. NOTA 5/5
Paris: Opéra BASTILLE, 10.05.2016
Condutor Nicola Luisotti, encenação de Claus Guth, com Olga Peretyatko, Francesco Demuro e Quinn Kelsey

Rigoletto (Verdi, 1851)
Wiener Philharmoniker, Riccardo Chailly (1982)
Luciano Pavarotti, Ingvar Wixell, Edita Gruberova
Filmado em Mantua, Cremona, Sabionetta, Parma and Acquanegra, abril e maio de 1982
 DVD Deutsche Grammophon 2006
DISCOTECA F 

Chailly/1989
DISCOTECA

Rigoletto (Verdi, 1851)
Carlo Rizzi
Richard Leech, Alexandru Agache, Leontina Vaduva, Samuel Ramey
CD-Livro Opera Collection extractos
DISCOTECA