De Kraftwerk a Daft Punk, passando pelo disco, pelo tecno, pela house, pelo french touch e outras correntes que privilegiam a música eletrónica. Muitas vezes os artistas são quase anónimos e a sua biografia pouco importa (ao contrário do rock e do pop e da sua idolatria) e nesta exposição contam mais os lugares e os contextos do que os seus protagonistas. Bjork aparece num clip, The Human League e Underworld (que muito me dizem) não aparecem em lado nenhum, etc. Não me lembro se o electro no cinema é devidamente mostrado (Carpenter, Moroder, Vangelis). Mas o que está na exposição está muito bem. Paris 07.2019 Philharmonie de Paris 3,5/5


