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Le Lac des Cygnes (Bastille, 2019)

 O ESPETÁCULO (Bastille, 2019)


 
Le Lac des Cygnes (Rudolf Noureev, 1984)
Um clássico a revisitar sempre. Como não se maravilhar com a Danse des Petits Cygnes, a Danse espagnole, o Grand Pas de six ou o Pas d'action? Assisti à apresentação n°274 desta coreografia de Rudolf Noureev dada na Opéra de Paris, casa onde foi criada em 1984.  
Direção musical de Valery Ovsyanikov. Nos principais papéis os bailarinos Dorothée Gilbert (Odette/Odile), Hugo Marchand (o Príncipe Siegfried) e Thomas Docquir (Rothbart). Paris, fevereiro de 2019 Bastille 5/5

La Bayadère (Bastille, 2015)

La Bayadère é um ballet clássico do romantismo cujo terceiro acto é das coisas mais belas que eu já vi em palco. Os dois primeiros actos, narrativos, contam a história banal de amores frustrados entre um jovem nobre e uma dançarina. No final do segundo acto esta prefere morrer a viver sem o seu amado. Então no terceiro acto, onírico, os dois amantes encontram-se e amam-se entre dezenas de bailarinas com tutus e todos de branco. A música (de Minkus) e a coreografia do grupo de bailarinas e dos amantes atingem momentos sublimes que para mim encarnam a poética romântica não verbal mais expressiva. Quem sou eu para fazer uma análise crítica desta produção da Opéra de Paris, do nível dos intérpretes e da coreografia de Petipa/Noureev? Para mim, ver um ballet consagrado como La Bayadère, com intérpretes (incluindo a orquestra da Opéra de la Bastille!) desta categoria é quase sempre um momento mágico. E pelo menos o terceiro acto foi um desses momentos. Paris 12.2015 Opéra de la Bastille 4/5

La Bayadère (Bastille, 2026)

La Bayadère (Bastille, 2026)