High Energy: le disco survolté des années 80 (2018)
Olivier Monssens realizou um documentário sobre um tipo de música que acompanhou toda a minha juventude: o High Energy. Na altura não tinha consciência do nome e do que significava este estilo, mas quem não conhecia o hino "High energy" de Evelyn King ? Este estilo deriva da música disco, que agonizava no início dos anos 80. Adotou um tempo mais rápido, utilizava apenas sintetizadores, e tornou-se um estilo pop que tanto subia os tops de venda quanto reinava nas pistas de dança. Ao contrário do disco, o High Energy foi sobretudo europeu, com produtores italianos e ingleses que criaram múltiplos artistas e sucessos até 1989. Vemos tantos artistas do género como Evelyn Thomas, Sylvester, Lime, FGTH, Divine, Pete Burns e artistas que se converteram ao estilo da moda, pelo menos por um disco, como Bananarama ou Donna Summer. Adorei ver este documentário. Melun 04.2021 TV 4/5
Du crépuscule à l'aube : une escapade musicale en pays baltes (Carmen Belaschk, Günter Atteln, 2018) é um documentário alemão sobre a música clássica dos países bálticos. A Natureza e a forte tradição coral marcam profundamente esta música. E praticamente só se fala da música contemporânea. Os nomes mais conhecidos? Arvo Pärt, Pēteris Vasks, Andris Nelsons, Mirga Grazinyte-Tyla, Paavo Järvi, Gidon Kremer e Kremerata Baltica. Melun 05.2021 TV 3,5/5
Jean Ferrat, porteur d'espoir (Philippe Kohly, 2018)
Jean Ferrat é um compositor-cantor na linha dos grandes cantores de texto, como Brassens, Ferré e Renaud. Apenas gosto de Leo Ferré, talvez mais refinado do que os outros em termos instrumentais. Mas o longo documentário sobre Ferrat é muito elucidativo sobre a personalidade do cantor, que sofreu sempre de fraca autoestima mas conseguiu um enorme sucesso em França. No palco os seus limites eram evidentes, relacionados com a sua timidez. Antes de ver o documentário não sabia nada da sua vida nem da sua obra. Melun 05.2021 TV 3/5


